A classificação do Palmeiras para as quartas de final da Copa do Mundo de Clubes da Fifa não manteve apenas o sonho do primeiro titulo mundial vivo. Com a vitória diante do Botafogo por 1 x 0 neste sábado (28/6), o Verdão também garantiu mais um bônus em dinheiro.
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Botafogo e Palmeiras se enfrentam em jogo válido pelas oitavas de final do Mundial de Clubes
Carl Recine – FIFA/FIFA via Getty Images)
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Allan e Gustavo Gómez na disputa da bola
Carl Recine – FIFA/FIFA via Getty Images
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Estêvão e Allan em campo
Elsa – FIFA/FIFA via Getty Images
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Após entrada dura, Barboza toma cartão amarelo com apenas três minutos de jogo
Elsa – FIFA/FIFA via Getty Images
A vaga nas quartas rendeu mais US$ 13,1 milhões (R$ 72 milhões) aos cofres do Palmeiras. Essa quantia se soma aos outros bônus obtidos pela equipe por conta de sua campanha até aqui. Confira quanto o Palmeiras já faturou na competição
Faturamento do Palmeiras na Copa do Mundo de Clubes da Fifa
US$ 15,21 milhões (R$ 84 milhões) pela participação
US$ 1 milhão (R$ 5,5 milhões) pelo empate com o Porto
US$ 2 milhões (R$ 11 milhões) pela vitória sobre o Al Ahly
US$ 1 milhão (R$ 5,5 milhões) pelo empate com o Inter Miami
US$ 7,5 milhões (R$ 41,2 milhões) pela classificação às oitavas de final
US$ 13,1 milhões (R$ 72 milhões) pela classificação às quartas de final
Faturamento total de 39,81 milhões de dólares (R$ 219,2 milhões).
O Verdão venceu o Botafogo por 1 x 0. Paulinho foi autor do gol da vitória.
Mil mudas de árvores frutíferas foram distribuídas e esgotaram em poucas horas neste sábado (28), durante o Mutirão Todos em Ação realizado no Bairro Campina Verde. A alta procura pelas espécies nativas e frutíferas confirma o engajamento da população com o meio ambiente e reforça o reconhecimento internacional de Campo Grande como “Cidade Árvore do Mundo” — título concedido pela ONU e pela Fundação Arbor Day. A ação ambiental se soma aos mais de 300 serviços oferecidos gratuitamente pela Prefeitura e demais parceiros, numa das maiores edições do mutirão em 2025.
Sucesso em todas as edições do Mutirão Todos em Ação, as mudas de árvores frutíferas distribuídas neste sábado (28) fizeram a alegria de muita gente. “Eu amo plantas e ter frutas frescas em casa é maravilhoso”, disse Vilce Pereira de Moraes, que buscou diversos serviços da Prefeitura de Campo Grande, na Escola Municipal Professora Oneida Ramos.
As mudas de amora, acerola, araçá, jabuticaba, pitanga, goiaba e romã proporcionam inúmeros benefícios além das frutas em si. Ter uma dessas árvores no quintal de casa é sinônimo de sabor ao preparar um suco natural ou mesmo doces. “Já tenho goiaba, banana e limão, e hoje peguei acerola. Não vejo a hora de ver o pé carregado para fazer suco”, disse Aline de Souza.
A arborização urbana contribui para o desenvolvimento de uma cidade saudável, pois ajuda a reduzir a poluição atmosférica, melhora a permeabilidade do solo, valoriza essas espécies, além de embelezar a paisagem e ajudar a regular a temperatura da cidade, proporcionando conforto térmico. Com as altas temperaturas, é comum ver campo-grandenses embaixo de árvores, refrescando-se com o famoso tereré.
As mudinhas foram distribuídas por equipes ligadas à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (Semades), que está presente em todas as edições do Mutirão Todos em Ação.
Além do incentivo ao plantio nos quintais dos imóveis, o evento também levou mais de 300 serviços gratuitos à população. Durante o período de funcionamento, o evento registrou aproximadamente 5 mil atendimentos.
“Eu trouxe meus netos e vou resolver várias situações. Quero atualizar documentos e ainda vou pegar uma muda de planta para o meu quintal”, diz Rosemaria de Souza, 60 anos. Seu esposo Oswaldo da Costa e o neto Marcos Felipe de 11 anos estavam felizes da vida e aproveitando o evento.
Edilaine Fagundes Barbosa, 46 anos, mora no Campina Verde há mais de uma década. Ela procurou a Secretaria de Assistência Social (SAS) para atualizar o CadÚnico. “Além disso, vou aproveitar e fazer a mamografia. Aqui as pessoas aproveitam de tudo um pouco. É muito importante, tem muita coisa disponível e a gente já resolve tudo de uma vez.”
Com o neto de 9 anos acompanhando, Vilce Pereira ainda o levou para atualizar a caderneta de vacinação na tenda da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). “Ele fez a vacina da gripe e HPV. Muito importante ter a vacinação em dia.”
Ernesto Pires Moro, de 33 anos, foi até o ‘Todos em Ação’ a fim de atualizar o RG. “Trouxe toda a minha documentação, peguei a senha e foi rapidinho.”
Mutirão Todos em Ação
Com uma proposta ousada, sensível e efetiva, o projeto do Mutirão Todos em Ação é uma das maiores iniciativas de cidadania ativa. O programa ultrapassou a marca de 1 milhão de atendimentos e já percorreu as sete regiões de Campo Grande.
“Hoje, nossa escola foi palco de uma grande ação cidadã, com mais de 300 serviços oferecidos à comunidade, proporcionando atenção, cuidado e oportunidades para todos. Esta iniciativa transcende a administração; é um ato de amor, compromisso e esperança para as pessoas. Agradecemos por transformar nossa escola em um espaço de cidadania, inclusão e proximidade. Acreditamos no potencial de transformação e na construção de ações que permitem ao poder público avançar com responsabilidade e alcançar resultados concretos”, pontuou a diretora da Escola, Gisele Teixeira da Silva, que trabalha há 20 anos na educação.
“Agradecemos a Deus por este dia de trabalho dedicado à população, com servidores saindo de suas secretarias para estar onde realmente precisam estar: junto das pessoas. Essa presença no território, com escuta e entrega concreta, mostra que estamos no caminho certo, fazendo o que deve ser feito para transformar a vida das famílias”, afirmou a prefeita Adriane Lopes.
A chefe do Executivo também salientou que a principal característica da iniciativa é sua atuação descentralizada e participativa. “Agradecemos a todos os moradores dos bairros da região, que estão colaborando, buscando melhorias e indicando os próximos passos a serem dados para elevar a qualidade de vida nesta escola.”
A ideia principal do Mutirão Todos em Ação é que a Prefeitura leve a estrutura administrativa — incluindo o atendimento das equipes da prefeita, secretarias e órgãos públicos — diretamente aos bairros mais afastados do Centro.
A proposta vai além de oferecer serviços: representa uma nova forma de governar, mais próxima do cidadão, promovendo acesso direto a políticas públicas e contribuindo para a redução das desigualdades sociais.
Em um único espaço, os moradores podem resolver questões de saúde, habitação, assistência social, regularização fundiária e jurídica. Entre os serviços mais procurados estão: consultas de clínica geral, atendimento odontológico, vacinação e exames básicos de saúde; renegociação de dívidas habitacionais e atualização cadastral junto à Emha; inclusão e atualização no CadÚnico e orientação sobre benefícios sociais; orientação jurídica com a Defensoria Pública; emissão de documentos, corte de cabelo, distribuição de mudas frutíferas, atividades culturais e ações voltadas à autoestima; além de serviços voltados à empregabilidade, com cadastro e encaminhamento para vagas de trabalho. Tudo isso oferecido gratuitamente.
Neste ano, as primeiras ações realizadas nos bairros Parque do Sol e Santa Emília somaram mais de 20 mil atendimentos, demonstrando o avanço constante da iniciativa.
#ParaTodosVerem As imagens mostram atendimentos durante o Mutirão Todos em Ação, com distribuição de mudas, entrevistados e demais serviços.
Apontado como a maior liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) na Cracolândia, em São Paulo, o traficante de drogas Leonardo Moja, o Leo do Moinho, quer deixar a Penitenciária de Presidente Venceslau, presídio no interior do estado onde estão presos integrantes da facção.
Por meio de sua defesa, ele pede à Justiça para ser transferido a uma penitenciária em Mirandópolis, também no interior, para ficar mais próximo de sua família.
Leo do Moinho acumula penas de 8 anos e 7 meses por integrar o PCC e participar do tráfico de drogas na região, além de 16 anos e 9 meses por participação na morte de um usuário de drogas, que foi esfaqueado, desovado e queimado na favela do centro da capital.
Ele também foi denunciado no âmbito da Operação Salut et Dignitas, deflagrada pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo (MPSP), em agosto de 2024, quando ele estava em liberdade condicional e voltou a ser preso.
Controle do tráfico e monitoramento da polícia
O MPSP afirma que Leo do Moinho coordena um quartel-general (QG) na favela do Moinho, de onde controla o tráfico na Cracolândia e inclusive monitorava sistemas de comunicação da polícia com a ajuda de uma milícia formada por guardas civis metropolitanos (GCMs).
A investigação ainda revelou a atuação da facção em desmanches no centro de São Paulo. Um desses investigados, braço de Leo do Moinho, foi identificado pelo Metrópoles como um elo entre o PCC e a Máfia Chinesa na região central, em uma série de reportagens.
Leo do Moinho foi preso na Praia Grande, no litoral paulista, em agosto, em um apartamento onde morava com a família. Sua defesa afirma que “a proximidade e o contato constante com a família tem valor extremamente importante na ressocialização do preso, que é uma das finalidades da pena”. Argumenta, ainda, que ele está a quase 500 quilômetros de seu “meio social”.
MPSP é contra transferência
O MPSP se manifestou contra o pedido. A Promotoria disse que ele cumpre uma longa pena por homicídio e organização criminosa e é alvo de um mandado de prisão preventiva na operação do Gaeco. Ainda afirma que seus familiares moram em endereço diferente daquele que a defesa informou.
A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) também afirmou que as filhas e a esposa do traficante moram em Praia Grande, e não em Mirandópolis, que fica a quase 700 quilômetros da cidade da Baixada Santista. Além disso, Leo do Moinho tem uma falta grave no cumprimento de pena por não ter voltado de uma saidinha, em 2021.
Uma multidão lotou Budapeste, capital da Hungria, neste sábado (28/6), em ato a favor dos direitos da comunidade LGBTQIA+, mesmo após o governo de Viktor Orbán proibir qualquer tipo de ato em prol do orgulho LGBTQIA+, celebrado mundialmente no dia 28 de junho.
A lei que prevê a proibição do orgulho LGBTQIA+ autoriza a polícia a multar manifestantes e a usar câmeras de reconhecimento facial para identificar as pessoas que participam do ato.
Ainda assim, dezenas de milhares de pessoas desafiaram o governo e lotaram uma praça perto da prefeitura de Budapeste antes de seguirem em caminhada pela cidade, agitando bandeiras com as cores do arco-íris e erguendo cartazes zombando do primeiro-ministro Orbán.
“Nenhum de nós é livre até que todos sejam livres”, dizia um cartaz.
Veja o desfile
Durante o desfile, alguns grupos de extrema direita tentaram atrapalhar a passeata. No entanto, a polícia os manteve afastados e desviou o trajeto da marcha para evitar confrontos.
Direitos LGBTQIA+ na Hungria
O governo de Orbán foi restringindo gradualmente os direitos da comunidade LGBT+ na última década. Em março deste ano, os legisladores aprovaram uma lei que permite a proibição das marchas do orgulho, alegando a necessidade de proteger as crianças.
Segundo os organizadores do evento, os participantes vieram de 30 países diferentes, incluindo 70 membros do Parlamento Europeu. Mais de 30 embaixadas manifestaram apoio à marcha. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pediu às autoridades húngaras que permitissem a realização do desfile.
Apesar da repressão federal, o prefeito de Budapeste, Gergely Karacsony, tentou contornar a lei organizando a marcha como um evento municipal, que, segundo ele, não precisa de autorização.
Apesar da tentativa, a polícia proibiu o evento, argumentando que ele se enquadrava no âmbito da Lei de Proteção à Criança. No início desta semana, o ministro da Justiça, Bence Tuzson, em uma carta enviada a algumas embaixadas estrangeiras em Budapeste, afirmou que organizar um evento proibido é punível com um ano de prisão, enquanto participar é considerado uma contravenção.
O delegado titular da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (DEFRON), Rafael de Souza Carvalho, foi nomeado pelo Ministério da Justiça como Coordenador do CIISPR-CO, Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública Regional Centro-Oeste, que abrange os Estados do MT, MS, GO e o DF.
O Centro Integrado existe desde 2021 e tem como objetivo o combate ao crime organizado, conectando o trabalho policial do Centro-Oeste com as outras regiões do Brasil. A unidade é formada por agentes de inteligência das forças estaduais, federais, forças armadas e de fiscalização, como Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) e Receita Federal do Brasil, para atuar de forma integrada e coordenada com foco no combate ao crime organizado, em sincronia com as demais regiões do País.
O trabalho desenvolvido na unidade será fundamental para combater crimes como o tráfico de drogas e armas, além de contrabando e descaminho. O Centro também será um ponto focal estratégico para trabalhar a Rota Bioceânica, caminho rodoviário em construção que vai ligar o Brasil, por Mato Grosso do Sul, ao Paraguai, Argentina e Chile. O delegado Guilherme Scucuglia Cezar deixa a chefia do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), em Campo Grande, para assumir a DEFRON no lugar do delegado Rafael.
Em mais um passo rumo à excelência acadêmica e à inovação pedagógica, a UNIGRAN realizou a palestra ‘Inteligência Artificial no Ensino Superior – Repensando métodos e conectando aprendizado ao futuro’, conduzida pela especialista Dra. Beatriz Bonadiman, referência na área de tecnologias aplicadas à educação, com formação pelo MIT e vasta atuação como mentora, consultora e palestrante intervencional.
A iniciativa, voltada aos coordenadores, professores e colaboradores da Instituição, consolida o compromisso da UNIGRAN como pioneira na adoção de tecnologias inovadoras, antecipando-se às mudanças que redesenham o cenário do Ensino Superior no Brasil e no mundo.
Na abertura do evento, o Reitor da UNIGRAN, professor Renato de Aguiar Lima Pereira, destacou o papel vanguardista da Instituição e a importância de preparar o corpo docente para lidar, com excelência, com a Inteligência Artificial (IA):
“A UNIGRAN sempre esteve um passo à frente. Foi assim com a adoção do Google Classroom e, agora, diante dessa realidade da inteligência artificial, entendemos que era o momento certo para iniciar a capacitação dos nossos coordenadores, professores e até mesmo da equipe administrativa. Todos falam sobre IA, mas é preciso saber utilizá-la de maneira estratégica e ética no Ensino Superior. Nosso objetivo com a vinda da Dra. Beatriz é dar o pontapé inicial em um projeto estruturado, voltado à integração da IA como ferramenta de qualidade no nosso processo educacional”, afirmou o Reitor.
Diante de uma plateia atenta, Dra. Beatriz conduziu uma apresentação repleta de exemplos práticos, reflexões pedagógicas e provocações pertinentes. Em sua fala, ela reforçou que o maior desafio ainda é o medo do desconhecido: “Tudo que é novo nos tira da zona de conforto. Mas o primeiro passo é olhar para a IA com coragem. Antes de rejeitar, é preciso entender o que ela representa e como pode ser nossa aliada. A aprendizagem é o antídoto para o medo. Quando o professor compreende como usar a IA de forma estratégica e ética, ele percebe que ganha produtividade, inovação e até mais qualidade de vida”, pontuou.
A especialista também enfatizou que o papel do docente está se transformando. Mais do que um transmissor de conteúdo, o professor assume o papel de mentor, utilizando ferramentas como o ChatGPT não apenas como suporte, mas como gatilho para discussões, análises críticas e produção ativa do conhecimento.
Ao ser questionada sobre o futuro da Educação, Dra. Beatriz foi categórica: “A inteligência artificial vai potencializar a personalização do ensino. Os alunos buscam, cada vez mais, experiências personalizadas, alinhadas aos seus perfis e estilos de aprendizagem. A IA nos ajuda a entender esses perfis e a adaptar o conteúdo. Mas, mais do que isso, ela também nos convida à cocriação. Não é só tecnologia: é sobre construir um futuro em que a conexão humana continua sendo essencial. O professor ganha ainda mais relevância nesse cenário, como guia, como ponte”.
Durante sua apresentação, a palestrante também abordou o comportamento e as necessidades das gerações Z e Alfa, que hoje compõem (ou em breve comporão) a maioria dos estudantes do Ensino Superior. Para ela, compreender o perfil desses alunos é essencial para adaptar métodos:
“A Geração Z quer propósito, agilidade, autenticidade. Eles são visuais, conectados, colaborativos. Já a Geração Alfa é ainda mais imediatista, criativa e independente. A pergunta que deixo é: estamos ensinando como aprendemos ou como essa geração precisa aprender? A IA nos ajuda a romper com padrões ultrapassados e oferecer uma educação mais engajadora e efetiva”.
Com quase cinco décadas de trajetória, a UNIGRAN segue fiel ao seu compromisso de oferecer uma formação conectada com os desafios contemporâneos, preparando seus acadêmicos para um mercado em constante transformação. A palestra da Dra. Beatriz Bonadiman marca um momento de capacitação docente sobre o uso ético e pedagógico da inteligência artificial.
“A UNIGRAN tem inovação em seu DNA. O Ensino a Distância, que hoje é referência nacional, foi implantado pela Instituição com pioneirismo. Agora, a Inteligência Artificial é o novo passo. E daremos esse passo com responsabilidade, visão de futuro e o compromisso com a qualidade que sempre nos guiou”, concluiu o professor Renato.