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Tarifaço prejudica empresas e geração de empregos, diz FecomercioSP


A medida contraria os pressupostos básicos do comércio global, penalizando as empresas, a geração de empregos e o crescimento econômico do Brasil.

A taxação de 50% sobre os produtos brasileiros que entrarem nos Estados Unidos (EUA) foi o tema do encontro As Medidas do Governo Trump e os Efeitos para o Brasil, organizado pelo Conselho de Relações Internacionais e pelo Conselho Superior de Economia, Sociologia e Política, da FecomercioSP.

O encontro, online, foi realizado nesta sexta-feira (1º), em São Paulo. Para a Fecomércio-SP, a medida contraria os pressupostos básicos do comércio global, penalizando as empresas, a geração de empregos e o crescimento econômico do Brasil.

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“O enfraquecimento das relações comerciais entre os dois países compromete a disposição dos negócios para investir, agregar valor e ampliar a sua presença no mercado internacional, além de abalar a confiança entre duas nações, cuja relação é marcada pela longa tradição de cooperação comercial”, diz a entidade.

Para o economista e pesquisador sênior no Policy Center for the New South, Otaviano Canuto, com a medida, e já calculando as exceções, o Brasil deve registrar redução do Produto Interno Bruto (PIB) em torno de 0,9% ao longo de um ano. “Em termos absolutos, o impacto é menor do que o que seria com os 50% para tudo. O impacto é negativo, mas ao mesmo tempo não é desastroso, a não ser do ponto de vista dos setores específicos, como carnes e frutas.”

O sociólogo e diretor de Estratégia da consultoria Arko Advice, Thiago de Aragão, observou que inúmeras empresas estão lutando para entrar na lista de isenção. Segundo Aragão, as negociações começam de fato quando os EUA publicam a lista dos isentos. “O que está acontecendo agora é que nós temos indústrias tentando se adaptar à realidade dentro da lista de isenção ou para uma tentativa de entrar nessa lista de isenção.”

Para o sociólogo, os setores que ficaram fora da lista podem ser incluídos se as negociações forem bem conduzidas nos próximos 30 ou 45 dias. Caso isso não ocorra, a terceira alternativa é buscar outros mercados. “Na pior das hipóteses, haverá diminuição nos investimentos se não for possível redirecionar a produção para o mercado que pague um valor similar.”

Aragão disse ainda que a permanência da taxação para alguns setores e produtos é estratégica e que, se a lista sair perfeita demais, o ímpeto de negociação e o senso de urgência do Brasil diminuem. Ele ressaltou que a forma como Trump estabelece as negociações não é novidade e que sempre há uma questão política envolvida para pressionar a outra parte.

“Podemos identificar esse padrão em várias outras negociações. Se no Brasil é o Bolsonaro e o Supremo; no México, é o Fentanyl; no Canadá, é a questão do 51º estado; na União Europeia, é a anexação da Groenlândia; na África do Sul, é o apartheid inverso contra os africanos brancos; no Panamá, o canal do Panamá. Sempre há um gatilho político com um objetivo comercial. E esse gatilho político é voltado para gerar ansiedade.”

De acordo com o sociólogo, na carta enviada ao Brasil, essa estratégia fica muito clara, uma vez que o americano aponta dois tipos de insatisfação e uma saída para resolvê-las. “Se o acordo comercial for satisfatório, os outros assuntos vão se diluir, vão deixar de ser temas estruturais na relação ou na negociação. O Trump gosta de fechar negócios, e a forma dele de fechar negócio é um jogo de soma zero. Ele entende que precisa ganhar e apresentar uma vitória.”

O presidente e fundador do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Irice), Rubens Barbosa, que foi embaixador do Brasil no Reino Unido e nos Estados Unidos, destacou que, para resolver o atual impasse sem abrir mão da soberania e preservando os 200 anos de relações bilaterais com os EUA, não há outra alternativa senão separar a questão político-diplomática da negociação comercial. Para Barbosa, isso não está acontecendo.

“Há uma contaminação na negociação comercial pela influência das medidas tomadas pelos EUA na área política. E eu estou me referindo às sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Mas, com a decisão do ministro de pedir que o governo não faça sua defesa no exterior, fica mais fácil para o governo concentrar as suas atenções nas negociações comerciais.”

Barbosa ressalta que o Brasil negocia muito bem. Segundo ele, as empresas brasileiras foram para os EUA conversar com suas contrapartes americanas para que estas pressionem o governo local em função de seus próprios interesses. “E isso foi bem sucedido, porque afetou direta e positivamente perto de metade das exportações, gerando um alívio parcial do impacto negativo sobre o setor privado industrial e agrícola.”

Sobre a escalada político-diplomática, Rubens Barbosa afirma que o governo ‘precisa fazer alguma coisa’. “Não é possível ficar oito meses com a oposição bolsonarista em Washington, sozinha, falando para o governo americano o tempo todo, sem nenhuma participação do governo brasileiro para mostrar que o que estava sendo falado não correspondia à verdade, que o judiciário é independente, e tudo isso que nós sabemos.”

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economia

Mulher presa em 8/1 vai para SP após furar prisão domiciliar mil vezes


Iraci Megumi Nagoshi, de 73 anos, condenada a 14 anos de prisão após participar dos atos de vandalismo dentro do Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro e que violou a prisão domiciliar, imposta pelo STF, em 949 ocasiões, foi transferida para Penitenciária Feminina de Sant’Anna, na zona norte de São Paulo.

A transferência ocorreu na última terça-feira (29/7), informação que foi confirmada pela defesa da presa e pela Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) nesta sexta-feira (1°/8).

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No último dia 16, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decreto a prisão preventiva de Iraci. Ela cumpria prisão domiciliar, mas descumpriu as medidas cautelares quase mil vezes por motivos como ultrapassar a área permitida, ausência de sinal de GPS e bateria descarregada do equipamento de monitoramento.

Defesa alega problemas de saúde e condições precárias

Em nota enviada ao Metrópoles, nesta sexta, a defesa de Iraci, liderada pelo advogado Jaysson França, alega que a mulher enfrenta um quadro de saúde delicado e que “está submetida a condições carcerárias que comprometem sua dignidade e sua vida”.

O posicionamento aponta que a mulher está dividindo cela com outras cinco presas e que é forçada a dormir no chão, sem condições mínimas de higiene.

Segundo os advogados, a mulher de 73 anos se recuperava de uma cirurgia no fêmur e, recentemente, sofreu um deslocamento no cotovelo, “o que reduziu drasticamente sua mobilidade e lhe causa dores intensas”. O ferimento aconteceu em um acidente doméstico, no dia 10 de julho deste ano.

8 imagensAto golpista de 8 de janeiro de 2023, em BrasíliaManifestantes vão às ruas no feriado do Dia da IndependênciaCena dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023Ação policial durante ataques de 8 de janeiro de 2023 em BrasíliaSedes dos Três Poderes foram depredadas no 8 de JaneiroFechar modal.1 de 8

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Ato golpista de 8 de janeiro de 2023, em Brasília

Hugo Barreto/Metrópoles
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Manifestantes vão às ruas no feriado do Dia da Independência

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Cena dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023

Marcus Rodrigues/Metrópoles5 de 8

Ação policial durante ataques de 8 de janeiro de 2023 em Brasília

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Sedes dos Três Poderes foram depredadas no 8 de Janeiro

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Bolsonaristas invadiram Congresso Nacional em 8 de janeiro de 2023

Igo Estrela/Metrópoles8 de 8

Ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023

Igo Estrela/Metrópoles

Além das lesões ortopédicas, Jaysson França diz na nota que a cliente apresenta um quadro grave de gripe e que não tem acesso a tratamento médico ou medicamentos. “Dada a sua condição de encarceramento devido a superlotação, falta de higiene e ausência de cuidados básicos de saúde, há um risco elevado de que seu quadro evolua rapidamente para uma infecção generalizada ou pneumonia, com consequências potencialmente fatais”.

A defesa ainda diz que a SAP e o ministro Alexandre de Moraes não tomaram providência para a situação da presa, que, segundo os advogados, tinha um atendimento médico para tratar do cotovelo no dia 24 de julho.

O Metrópoles questionou a SAP sobre esses apontamentos da defesa, mas não obteve retorno até o momento desta publicação. O espaço segue em aberto.

Justificativas anteriores

  • Em duas oportunidades anteriores — em outubro de 2024 e janeiro de 2025 —, Moraes chegou a aceitar as justificativas apresentadas pela defesa da ré. À época, no entanto, o ministro advertiu que os pedidos deveriam ser formalizados ao STF, e não decididos pela ré “por vontade própria”.
  • “Após as informações prestadas pelo Núcleo de Monitoramento Eletrônico de São Paulo, verifiquei que a executada tem descumprido reiteradamente, sem qualquer autorização desta Corte, a prisão domiciliar imposta, acrescida das demais medidas cautelares, para a realização de atividades recreativas como: musculação, hidroginástica e pilates”, escreveu Moraes.
  • “Essas circunstâncias por si só evidenciam o desprezo da reeducanda pela pena imposta e pelo próprio sistema jurídico, pois não respeita as normas e não cumpre as decisões judiciais”, completou o ministro ao decretar a prisão.

 



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Saiba o desfecho do processo de Suzane von Richthofen contra escritor


Suzane von Richthofen, teve mais um pedido negado pela Justiça. Desta vez, a ex-detenta perdeu um processo movido contra o jornalista e escritor Ullisses Campbell, responsável pela coluna True Crime do jornal O Globo.

A decisão foi proferida na última terça-feira (29/7) pelo Tribunal de Justiça de São Paulo e divulgada pelo portal LeoDias.

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Expressão gerou processo

A ação movida por Suzane alegava que publicações feitas por Campbell nas redes sociais teriam ferido sua honra e divulgado informações inverídicas, principalmente ao se referir a ela como “ilustre psicopata” e ao mencionar seu paradeiro atual na cidade de Águas de Lindóia, interior de São Paulo.

Diante disso, ela solicitava uma indenização de R$ 60.720,00 por danos morais, além de uma retratação pública imediata.

Em sua defesa, o advogado Alexandre Fidalgo sustentou que os conteúdos divulgados tinham caráter meramente informativo, sem a intenção de atacar ou caluniar.

Tentativa de barrar livro também foi rejeitada

A menção à expressão polêmica estaria ligada à notoriedade do caso que tornou Suzane nacionalmente conhecida, por ter sido condenada pelo assassinato dos pais em 2002. Segundo ele, a comunicação feita por Campbell respeitou os limites da liberdade de imprensa.

Fidalgo ainda comentou, ao portal LeoDias, que essa não foi a primeira tentativa de Suzane de processar o jornalista. “Essa é a terceira ação que a Suzane move contra o meu cliente. Uma delas tentou proibir a publicação de um livro. Mas ela perdeu todas”, declarou o advogado.

A juíza Ana Paula Schleiffer Livreri, responsável por julgar o caso, rejeitou todos os argumentos apresentados pela autora. Na sentença, destacou que a expressão utilizada não configurava, por si só, uma violação moral, considerando a repercussão pública e o interesse jornalístico do tema.

3 imagensSuzane von RichthofenSuzane em seu primeiro dia de aula na faculdadeFechar modal.1 de 3

Suzane von Richthofen

Robson Fernandes/AE2 de 3

Suzane von Richthofen

Reprodução3 de 3

Suzane em seu primeiro dia de aula na faculdade

Reprodução/Redes sociais

O que disse a juíza

“A publicação não gerou sofrimento, humilhação ou ofensa efetiva à honra ou dignidade da autora”, afirmou a magistrada.

Ela ainda ponderou que, além de não haver provas do dano alegado, uma eventual retratação poderia aumentar a visibilidade dos fatos, o que iria contra a própria alegação da autora.

Com a decisão, o processo foi arquivado sem qualquer condenação ao jornalista.





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Tarifaço de 50% dos EUA contra o Brasil expõe vulnerabilidades e abre disputa política — CompreRural








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STJD: Bruno Henrique é denunciado e pode pegar até 2 anos de suspensão


A procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) denunciou, na noite desta sexta-feira (1/8), o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, por manipulação de resultados. O atleta é acusado de tomar um cartão amarelo propositalmente na partida contra o Santos, válido pelo campeonato brasileiro de 2023, para beneficiar os apostadores.

Bruno Henrique pode pegar até dois anos de suspensão.

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O atacante do Flamengo foi denunciado com base no Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). Ele foi enquadrado nos seguintes artigos: art. 243, §1º; art. 243-A, parágrafo único; art. 184 e art. 191, III. Além do artigo 65, II, III e V, do regulamento geral de competições da CBF de 2023. As penas acumuladas vão de suspensão de 360 a 720 dias; suspensão de 12 a 24 partidas e três multas de R$ 100 a R$ 100 mil.

Manipulação

  • Na última sexta-feira (25/7), a 7ª Vara Criminal de Brasília aceitou a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e tornou réu o atacante Bruno Henrique e seu irmão, Wander Nunes Pinto Júnior, por manipulação de resultado.
  • O atacante do Flamengo é acusado de ter recebido um cartão amarelo para favorecer os apostadores, em uma partida válida pelo Campeonato Brasileiro de 2023.
  • Agora, Bruno Henrique e o irmão passam a responder criminalmente por manipulação de resultado esportivo.
  • A pena varia entre dois e seis anos de prisão, além de multa.

Além do atacante rubro-negro, o STJD denunciou Wander Nunes Pinto Júnior (irmão do atleta), Ludymilla Araújo Lima (esposa de Wander) e Poliana Ester Nunes Cardoso (prima do jogador). Os três fizeram apostas no cartão de Bruno Henrique contra o Santos.

8 imagensJogador Bruno HenriqueJogador Bruno Henrique durante jogoBruno Henrique comemora com colegasBruno Henrique é jogadorJogador Bruno HenriqueFechar modal.1 de 8

Bruno Henrique

Rebeca Schumacker/Sports Press Photo/Getty Images2 de 8

Jogador Bruno Henrique

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Jogador Bruno Henrique durante jogo

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Bruno Henrique comemora com colegas

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Bruno Henrique é jogador

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Jogador Bruno Henrique

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Atacante do Flamengo Bruno Henrique

Igo Estrela/Metrópoles @igoestrela8 de 8

Bruno Henrique é atleta do Flamengo

Igo Estrela/Metrópoles @igoestrela

No âmbito desportivo, agora serão tomadas as devidas diligências. Não é possível dizer se acontecerá uma suspensão imediata de Bruno Henrique dos gramados de futebol.

Procurado pelo Metrópoles, o Flamengo não vai se posicionar a respeito do caso. A defesa do atleta não respondeu à reportagem. O espaço segue aberto.

Processo

Na Justiça comum, Bruno Henrique e o irmão foram denunciados. Agora, os irmãos terão que apresentar defesa prévia no processo, momento em que os acusados terão a oportunidade de se manifestar sobre os fatos narrados na denúncia.

Após essa manifestação, terá início a fase de instrução processual, na qual serão colhidos depoimentos de testemunhas e dos acusados, além da apresentação de provas.

Posteriormente, a Justiça realizará um novo julgamento para decidir se os irmãos são culpados ou inocentes. Caso sejam absolvidos, o processo será arquivado. Se condenados, as penas podem variar entre dois e seis anos de prisão, além de multa.



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Base Móvel da Guarda é instalada no Centro e reforça segurança durante mês de aniversário de Campo Grande – CGNotícias


No mês em que Campo Grande celebra seus 126 anos de emancipação política, a segurança pública também ganha reforço especial. A Prefeitura, por meio da Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social (Sesdes), instalou nesta quinta-feira (1º) a Base Móvel da Guarda Civil Metropolitana no coração da cidade, em frente à Morada dos Baís. A unidade permanecerá na região central por 31 dias, funcionando das 8h às 22h.

A instalação marca o início da terceira fase da Operação Campo Grande Mais Segura, que reúne esforços integrados da GCM, Polícia Militar e Polícia Civil para intensificar o patrulhamento em áreas de maior vulnerabilidade social. Após passar pelas regiões do Prosa e Lagoa, a operação agora concentra as ações no Centro.

“A Base Móvel hoje aqui no Centro marca o início da operação Campo Grande Mais Segura, que integra ações da Guarda Civil Metropolitana, Polícia Militar e Polícia Civil para reforçar o patrulhamento em áreas vulneráveis. Atendendo a um pedido da comunidade, a base está instalada no Centro por 31 dias, com atendimento até às 22h. Essa é uma ação que aproxima a prefeitura da população, ouvindo demandas e fortalecendo parcerias”, destacou a prefeita Adriane Lopes.

Com presença ostensiva e equipada, a unidade atua com ônibus operacional, viaturas, motocicletas e equipes especializadas, como a Patrulha Maria da Penha, Patrulha Ambiental, ROMU, equipe de Trânsito e GEMOP (motopatrulhamento). A média diária será de 8 a 10 viaturas circulando na região central.

Para o secretário da Sesdes, Anderson Gonzaga, a Base não só aumenta a sensação de segurança como também atua de forma estratégica no combate à criminalidade. “Além da base regional, contamos com equipes especializadas atuando em conjunto. Após esse período, o patrulhamento continuará de forma permanente, com presença constante das viaturas no Centro. É mais segurança, mais presença e mais diálogo com quem vive e trabalha aqui”, afirmou.

A iniciativa foi bem recebida por comerciantes e moradores. O diretor da Associação Comercial de Campo Grande, Paulo de Matos Pinheiro, destacou a importância da medida. “A GCM tem um papel fundamental na região central, onde os índices de furtos e roubos são mais altos. A presença da base, especialmente próxima à Ernesto Geisel, deve ajudar bastante a coibir esses crimes”, afirmou.

Quem também vê com bons olhos a presença da Guarda é o técnico em eletrônica Edson José da Rocha, morador do Centro. “À noite, a sensação de insegurança aumenta, principalmente por conta da presença de pessoas em situação de rua. A GCM traz um alívio para quem precisa transitar pela área nesse horário”, comentou.

A operação deve seguir até o fim de agosto, com foco em ações preventivas e repressivas durante o período festivo da cidade. Nas últimas semanas, a Base Móvel já passou por bairros como Mata do Jacinto e Vila Fernanda, com saldo de 696 abordagens, 497 veículos fiscalizados, além de operações específicas como “Ferro-Velho” e “Cerol”.





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Nova regra de distribuição eleva prêmio principal da Mega-Sena





A portaria também mudou os percentuais da Mega da Virada, sorteio especial de fim de ano. Para essa loteria, 90% do total destinado a prêmios será para a sena, contra 62% anteriores.

Os apostadores que acertarem as seis dezenas da Mega-Sena vão receber uma fatia maior do prêmio. Uma portaria da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda elevou de 35% para 45% o total destinado ao prêmio principal.

A novidade vale desde o Concurso 2.895, sorteado na quinta-feira (31) à noite. No entanto, como ninguém acertou os seis números, o primeiro prêmio principal com as novas regras será pago no sábado (1º), caso alguém acerte todas as dezenas. O prêmio principal está estimado em R$ 85 milhões.

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Com o aumento nos preços principais, as faixas inferiores pagarão prêmios menores. O prêmio da quina (cinco dezenas certas) caiu de 19% para 13% do valor destinado a premiações. O total destinado à quadra (quatro acertos) recuou de 19% para 15%.

Mega da Virada

A portaria também mudou os percentuais da Mega da Virada, sorteio especial de fim de ano. Para essa loteria, 90% do total destinado a prêmios será para a sena, contra 62% anteriores. A quina e a quadra receberão, cada uma, 5% da premiação.

O percentual da arrecadação dos concursos regulares destinado à Mega da Virada dobrou de 5% para 10%.

A Mega-Sena tem sorteios três vezes por semana, às terças, às quintas e aos sábados. A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser feita até as 19h do dia do sorteio, tanto nas casas lotéricas quanto no site oficial da Caixa Econômica Federal.

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economia

Brasileiro é reforço mais caro da história de time francês; entenda


Nesta sexta-feira (1°/8), o Olympique de Marselha anunciou a contratação do brasileiro Igor Paixão por 30 milhões de euros (aproximadamente R$ 192 milhões), a mais cara de toda a história do clube francês. O jogador de 25 anos chega após três temporadas no Feyenoord, da Holanda.

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Confira a apresentação do jogador:

 

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Pelo clube holandês, Igor Paixão disputou 129 partidas, fez 39 gols e 24 assistências e conquistou a Eredivisie de 22/23,  a Copa da Holanda de 23/24 e a Supercopa de 2024. A temporada de mais destaque do jogador foi a de 24/24, quando o brasileiro marcou 18 vezes e deu 14 passes para gol em 47 jogos disputados.

3 imagensPelo clube, Igor Paixão conquistou a Eredivisie de 22/23O jogador foi revelado pelo Coritiba, em 2019Fechar modal.1 de 3

Igor Paixão disputou suas últimas três temporadas pelo Feyenoord

Marcel van Dorst / EYE4images/NurPhoto via Getty Images2 de 3

Pelo clube, Igor Paixão conquistou a Eredivisie de 22/23

NESimages/Geert van Erven/DeFodi Images via Getty Images3 de 3

O jogador foi revelado pelo Coritiba, em 2019

Gabriel Machado/NurPhoto via Getty Images

Igor Paixão chegou ao Feyenoord após ser transferido do Coritiba, clube no qual foi revelado. O jogador estreou no profissional do Coxa em 2019, aos 18 anos, mas sem espaço foi emprestado ao Londrina. Em 2021, voltou ao time da capital e por lá ficou duas temporadas até a sua contratação à Holanda. Em seu última ano, o brasileiro fez 11 gols e 10 assistências em 37 partidas disputadas.





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policia

Eleições 2022 não acabaram, de 2026 começaram!


CONCORDA? Nunca tivemos período eleitoral tão longo. Parece que o pleito de 2022 ainda não acabou e por outro lado, as eleições de 2026 já vivem um clima efervescente contra um adversário fantasma e por cima inelegível. Independentemente da ideologia de quem vença, o país continua assombrado por desigualdade, corrupção e violência.

EXPLICO: Uma sucessão de fatos tem ocorrido, acentuando a visível divisão do eleitorado nos últimos anos. O que era apenas o livre arbítrio de escolha, transformou-se numa espécie de vingança temperada com ódio. A oposição ao Planalto, inconformada, se recusa a baixar a guarda e pode radicalizar ainda mais. Tempos nervosos.

ALÉM FRONTEIRAS: Os casos da deputada Carla Zambelli, do deputado Carlos Bolsonaro nos ‘U.S.A’ e a batalha diplomática das tarifas comerciais da Casa Branca são ingredientes do pacote eleitoral. Não há como desassociá-los, a exemplo da decisão do STF quanto ao futuro do ex-presidente Bolsonaro. Uma coisa é ligada a outra.

PRATO CHEIO:  Politicamente Lula não tem do que reclamar. Aproveita da situação como paladino defendendo o país contra sanções recomendadas por adversários locais. Aliás, o deputado Carlos Bolsonaro, nos Estados Unidos, tem tornado público suas ações para penalizar o Brasil com altas tarifas de importação. Um tiro no pé dele e ‘picanha para todos’.

SORTE DELE:  Lula ampliou sua imagem eleitoreira de caráter nacionalista como retratou um jornal americano com o título: “Ninguém desafia Trump como o presidente do Brasil”. Se para nós a ousadia dele não passaria de blefe, pode ter efeito ao contrário junto a comunidade internacional. É como no truco: as vezes vence pelo alto tom do grito que intimida. 

SAIA JUSTA: Qual o argumento para destruir ou amenizar os estragos à nossa economia justamente por conta deste imbróglio das tarifas?  Convenhamos – essa ‘empreitada’ do deputado Carlos Bolsonaro como ‘conselheiro’ na Casa Branca, já é comparável as obras do ‘Amigo da Onça’ criada pelo cartunista Péricles.

CANHÃO: Em qualquer eleição, a força do mandato pode ser determinante para a vitória. Estamos vendo nas últimas pesquisas, e comparando com as anteriores, de que o governo atual vem se recuperando em várias classes sociais exatamente pelo discurso de ‘defender a soberania’ que anda mexendo com a sensibilidade do brasileiro.

DONALD TRUMP: Sua imagem está diluindo como uma nuvem em céu azul. Sua credibilidade em baixa por declarações e posturas contraditórias. Comete equívocos criticados inclusive em seu país. Nestas horas, percebe-se a escassez de líderes do porte de um Franklin D. Roosevelt e Theodore Roosevelt. A mediocridade em alta.

RETALIAÇÕES: Nos debates, não há opiniões seguras que embasem apoio às medidas do Governo americano contra o ministro Alexandre de Moraes. O que se conclui é que esse fato não ajuda eleitoralmente a oposição ao Planalto. Pelo contrário:  transformou-se em munição ao presidente Lula. Bobagem atrás de bobagem.

BENEFÍCIOS: Para os observadores alguns personagens acabaram se beneficiando com a novela das tarifas. Se no plano nacional o vice presidente Alckmin ressurgiu  com ações, pronunciamentos e entrevistas, aqui os senadores Nelsinho Trad e Tereza Cristina – também saíram no ganho com a intensa exposição na mídia.  Bônus do cargo.

OPINIÕES: Uma delas é que os oposicionistas ao Palácio do Planalto, até agora não conseguiram uma postura única, desprendida do discurso e ações do ex-presidente Bolsonaro. Seria o chamado ‘voo solo’, acrescido de falas e projetos diferenciados. Essa dependência, uma espécie de cordão umbilical, já é visto como prejudicial.

SEM RODEIOS: Ao seu estilo moderado, o prefeito de Dourados Marçal Filho (PSDB) discorreu ao colunista sobre o semestre inicial de gestão. Reconheceu as dificuldades (já previstas) e mostrou as conquistas. Sobre a sua postura em 2026, alerta:  retribuirá com seu apoio só os políticos que estão direcionando recursos para Dourados.

SAÚDE: Marçal reconhece A gravidade. A prefeitura ‘banca’ um hospital que atende mais de 30 cidades da região populosa. Político sensato, o prefeito sabe; reclamar não ajuda e até usa da criatividade para solucionar antigos desafios. Elogiando a Câmara, lembrou ter encontrado a ‘casa’ perto do limite permitido com gastos de funcionários.

OTIMISMO:  O aspecto da paisagem urbana de Dourados agrada: vimos ruas limpas, praças bem cuidadas e o clima de bem estar coletivo. Aliás, das pessoas consultadas informalmente na comunidade sobre o desempenho da administração – só ouvimos manifestações positivas, o que representa credibilidade da atual gestão.

DESEMPENHO:  Prefeita Adriane Lopes (PP) anunciará no dia 4 de agosto a relação das 100 obras concluídas na capital. Aliás, depois de 33 anos foram retomadas as obras de contenção do Córrego Anhandui (Av. Ernesto Geisel) e 65% delas já concluídas.  A prefeita vetou vários trechos da LDO para 2026, definindo prioridades de Campo Grande. Vida que segue.

DANÇARAM:  A perda do mandato de 7 deputados federais por fraudes das sobras eleitorais, alerta para 2026. As sobras eleitorais correspondem aos votos que ‘restam’ quando, após a distribuição das cadeiras na Câmara, faltam vagas a serem preenchidas. Ocorre porque os pleitos para vereador e deputado são proporcionais, seguem a regras do quociente eleitoral e quociente partidário – o total de votos no partido decide a quantos assentos ele terá direito, e estes divididos de acordo os mais votados.

REFLEXÃO:  “…Gente que gosta de viver se abre, se mostra, se assume. Não tem vergonha em não caber nos roteiros já estabelecidos, conta a história como quer, risca cenários cansados e escreve seus próprios atos com tina fluorescente. Abre caminhos e leva os outros pela mão. É generosa porque sabe que a vida é partilha. ” (Maríliz Pereira Jorge – FSP).

POLÍTICA E RELIGIÃO: “…A religião é imposta e usada como joguete político, desconsiderando até mesmo a imperfeição dos líderes religiosos todos dias expostos a toda forma de crimes. Impor Deus nunca foi a vontade de Jesus. Jesus usava parábolas como reflexão. Não usava palavras impositivas ou de ódio. Tantos países e povos não professam a fé cristã e nem por isso são sociedades melhores ou piores que a gente…”. (João A. Parra)

CONCLUSÃO:

 Se 89% dos brasileiros acham que o tarifaço do Trump vai prejudicar a nossa economia, 99,9% não sabem explicar o que é economia.



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