Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid decidiu não comparecer a seu julgamento na Primeira Turma do STF, no âmbito do inquérito do golpe.
A aliados, Cid justificou que preferiu não ir ao Supremo por orientação de seus advogados. A defesa do militar avalia que ele não teria nenhum ganho comparecendo ao julgamento.
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Tenente-coronel Mauro Cid
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Mauro Cid e o advogado César Bittencourt durante julgamento no STF
Fellipe Sampaio/STF
De acordo com interlocutores, o ex-ajudante de ordens acompanhará o julgamento em casa, localizada na Vila Militar, em Brasília. Seus advogados, porém, estarão no Supremo.
O julgamento do ex-ajudante de ordens, de Bolsonaro e de outros réus do primeiro núcleo do inquérito do golpe começa na manhã da terça-feira (2/9) e deve seguir até o dia 12 de setembro.
Todos os réus têm direito a acompanhar in loco o julgamento. Incluindo Bolsonaro. Como está em prisão domiciliar, o ex-presidente precisa pedir autorização do Supremo.
Agência Brasil*
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 2.908 da Mega-Sena, sorteadas na noite de sábado (30). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 14 milhões para o próximo concurso, que será realizado na terça-feira (2 de setembro).
Os números sorteados foram: 20 – 35 – 36 – 37 – 38 – 50.
30 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 54.694,54 cada
2.049 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.319,99 cada
Apostas
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 18h (MS) de terça-feira, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
O setor de turismo de Mato Grosso do Sul registrou um crescimento de 11,7% no faturamento turístico no primeiro trimestre deste ano (janeiro a março), posicionando-se como o 6° estado que mais desenvolveu o setor de turismo no Brasil.
No cenário nacional, o turismo movimentou R$ 55,4 bilhões, um crescimento de 5,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Superando o recorde de 2024, quando o setor faturou R$ 52,5 bilhões. Os dados são da Fecomércio SP, com base em informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Diretor-presidente da Fundtur (Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul), Bruno Wendling destaca que os resultados comprovam o potencial do Estado como um destino turístico em ascensão, especialmente pelos seus atrativos naturais já consolidados.
“Mato Grosso do Sul trabalha com turismo segmentado. Há o turismo de aventura, a pesca esportiva; não tem praia, não teve um Carnaval tão forte e, mesmo assim, foi o sexto estado que mais cresceu. Então isso é resultado das estratégias de promoção adotadas e do apoio à comercialização dos último anos”, diz.
Entre os destinos mais procurados estão o Pantanal e Bonito/Serra da Bodoquena. Eventos regionais também impulsionam a economia local, como o Festival América do Sul Pantanal e o Festival de Inverno de Bonito.
“O Estado começa a se destacar em um cenário altamente competitivo, mesmo não tendo fluxos altos comparado com destinos de grandes cidades”.
O crescimento expressivo no Estado indica o fortalecimento da atividade turística em diversas frentes — do ecoturismo ao turismo de lazer e cultural. Conforme a Fundtur, mesmo com o aumento nos preços de passagens e hospedagens no país, Mato Grosso do Sul tem se beneficiado da busca por destinos acessíveis, que mantém o setor em ritmo de expansão.
Entre os segmentos que impulsionaram o bom desempenho nacional, destacam-se o de alojamento, com crescimento de 20,2% em março. Já o setor de transporte aéreo de passageiros teve alta de 8,7% e bateu recorde de movimentação.
Outros fatores que contribuíram para esse resultado foram a maior conectividade aérea e os investimentos em infraestrutura turística e alta temporada. Além disso, áreas como alimentação fora do lar, agências de turismo e atividades culturais e esportivas também apresentaram crescimento. Essa alta contribuiu para o bom momento do turismo de MS.
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A Polícia Civil de Ponta Porã investiga o assassinato de Vanderson Peixoto Falcão, de 24 anos, conhecido pelo apelido de Magrão. Ele foi alvejado com diversos disparos de arma de fogo na noite deste domingo (31), no bairro São Bernardo.
Segundo informações preliminares, Vanderson estava na Rua Pedro Álvares Cabral, nas proximidades do Residencial Gui Vilela, quando foi surpreendido pelos criminosos. Sem chances de reação, acabou atingido e morreu ainda no local.
Após o crime, os autores fugiram rapidamente, sem deixar pistas. A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência, e a equipe de perícia realizou os levantamentos necessários. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Porã.


Seleção dos candidatos às vagas de empego vai acontecer na Funtrab de Miranda, que fica no Centro da cidade
A Fundação Bradesco está com vagas de emprego abertas na Escola-Fazenda de Bodoquena, localizada a 250 km de Campo Grande. Ao todo, são 11 oportunidades com benefícios como assistência médica, vale-alimentação, vale-transporte e moradia no local.
Os interessados devem ter ensino médio completo, experiência na função e disponibilidade para mudança. De acordo com a instituição, as vagas são distribuídas em funções da área operação, especialmente na área da cozinha:
Para participar da seleção, os candidatos devem comparecer à Funtrab (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul) de Miranda, que fica na Rua Marechal Floriano Peixoto, 512, Centro.
A seleção será nos 10 e 11 de junho, das 8h às 12h e das 13h30 às 16h. O atendimento continua no dia 12 de junho, das 8h às 12h. É necessário levar currículo impresso e CPF.
Para mais detalhes sobre os benefícios e outras oportunidades disponíveis, acesse a nossa página de carreiras, link: sites de carreira.
A Fundação Bradesco é um projeto social que beneficia, anualmente, mais de 42 mil crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, oferecendo ensino gratuito em 40 escolas próprias distribuídas por todo o Brasil.
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou a defesa do general Augusto Heleno a utilizar slides e outros materiais de audiovisual durante o julgamento da chamada trama golpista, marcado para começar nesta terça-feira (2/9). A decisão é desse domingo (31/8).
Matheus Milanez, advogado do réu do núcleo 1, tem até as 15h desta segunda-feira (1º/9) para enviar o material à Secretaria da Primeira Turma do STF, que fará as adequações técnicas necessárias para as sustentações orais.
Heleno é acusado de integrar uma organização criminosa que teria atuado para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder.
Composta por cinco ministros, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) será palco de um dos julgamentos mais importantes dos últimos anos: o da trama golpista, em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é réu, acusado de cinco crimes.
Presidida pelo ministro Cristiano Zanin, a Turma vai deliberar sobre a ação penal do ex-presidente em sessões ao longo dos próximos dias.
Zanin reservou os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro de 2025, das 9h às 12h, para sessões extraordinárias do julgamento. Também está prevista uma sessão extraordinária no dia 12, das 14h às 19h, além de sessões ordinárias nos dias 2 e 9, no mesmo horário vespertino.
O primeiro a votar será o relator, ministro Alexandre de Moraes. Recentemente, ele foi sancionado pelos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky, em articulação que envolveu o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente. Moraes é o próximo vice-presidente do STF e integrará a presidência da Corte com o ministro Edson Fachin, em cerimônia prevista para o fim do mês.
Após o voto de Moraes, a palavra será do ministro Flávio Dino. Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dino é ex-senador e ex-governador do Maranhão e ocupava o cargo de ministro da Justiça antes de assumir uma cadeira no STF.
Na sequência, votará o ministro Luiz Fux, considerado pelo núcleo bolsonarista como uma “esperança” para Bolsonaro, diante de posicionamentos recentes em questionamentos sobre a quantidade de depoimentos do ex-ajudante Mauro Cid, no âmbito da delação premiada firmada com a Polícia Federal (PF). Fux foi indicado pela então presidente Dilma Rousseff, em 2011.
Depois, será a vez da ministra Cármen Lúcia, a integrante mais antiga da Primeira Turma. Indicada por Lula, em 2006, ela é uma das magistradas mais longevas da história do STF, ficando atrás apenas do ministro Gilmar Mendes em tempo de atuação na atual composição da Corte.
O julgamento será concluído por Zanin, presidente da Turma. Ele é o ministro mais recente a chegar ao STF, nomeado em 2023 pelo presidente Lula. Para que haja definição no julgamento, é necessária maioria simples: três dos cinco ministros já são suficientes para firmar o entendimento, seja pela condenação ou absolvição dos réus.