A Netflix anunciou a data de lançamento da nova temporada de Bridgerton. A série estará disponível na plataforma em 2026, mas sem dia definido.
A quarta parte da série será uma adaptação do terceiro livro da saga literária de Bridgerton, chamado Um Perfeito Carvalheiro. A trama contará a história de amor de Sophie Baek e Benedict Bridgerton.
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Luke Thompson é Benedict Bridgerton em Bridgerton
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Cena de Bridgerton
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Cena de Bridgerton
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A temporada será dividida em oito episódios. Outra novidade é a entrada de novos personagens, como Sophie Baek (Yerin Ha), Lady Araminta Gun (Katie Leung), Rosamund Li (Michelle Mao) e Posy Li (Isabella Wei).
Bridgerton é baseado no livro best-seller de Julia Quinn e mergulha no mundo sensual, luxuoso e competitivo da alta sociedade londrina durante os anos 1800.
Na época, a família Bridgerton, composta por oito irmãos, se esforça para lidar com o mercado de casamentos, os bailes suntuosos de Mayfair e os palácios aristocráticos de Park Lane.
A semana começou agitada nos corredores da Policlínica Cone Sul, primeira etapa em operação do Hospital Regional de Dourados (HRD) “Olga Castoldi Parizotto”, localizado às margens da BR-463. A estrutura iniciou oficialmente os atendimentos nesta segunda-feira (29) já com a agenda cheia para exames e consultas com especialistas.
Gerida pela Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde (Agir), a ativação da unidade representa um marco para a saúde pública no interior do Estado, integrando a estratégia de regionalização da assistência e aproximando os serviços especializados da população do Cone Sul.
Composta pelo Centro de Diagnóstico e pelo Centro de Especialidades Médicas, a Policlínica começa os trabalhos oferecendo consultas ambulatoriais e exames de média e alta complexidade, ampliando o acesso e diminuindo a necessidade de deslocamento de pacientes.
Legenda 03: Vinda de Coronel Sapucaia, Cinthia Cantaluppe elogia atendimento recebido na policlínica
O primeiro dia de atendimento foi destinado a consultas de cirurgia geral e exames de colonoscopia para pacientes de Dourados e região, previamente agendados pela Secretaria de Estado de Saúde.
A agente de saúde Cinthia Cantaluppe, do município de Coronel Sapucaia, foi uma das pacientes atendidas. Ela precisa passar por cirurgia no pâncreas, e após consulta com cirurgião geral foi encaminhada para a realização do procedimento em Ponta Porã.
“O atendimento foi rápido e a consulta muito esclarecedora. O médico me explicou tudo certinho e estou tranquila para a cirurgia”, avaliou.
Bruna Gomes passou por consulta com cirurgião-geral: agendamento rápido e atendimento humanizado
A servidora pública Bruna Letícia Gomes, do mesmo município, também aguarda por cirurgia e recebeu atendimento com especialista no primeiro dia de atendimentos da policlínica.
“Achei a estrutura muito boa e o atendimento da recepção bem eficiente. A gente que vem de fora às vezes fica meio deslocado, mas eles deram toda a orientação necessária. Gostei bastante”, afirmou.
De acordo com o Contrato de Gestão firmado entre a Agir e a Secretaria de Estado da Saúde, o Hospital Regional de Dourados tem capacidade para realizar cerca de 6.900 consultas e exames de apoio diagnóstico por mês, considerando as três unidades que o compõem.
A Policlínica Cone Sul fará parte desse montante, iniciando suas atividades de forma escalonada, desafogando a demanda reprimida e garantindo atendimento resolutivo.
Andréia Alcântara Barbosa, diretora geral do Hospital Regional: ‘marco para SUS em MS’
Em determinadas especialidades, o paciente terá toda a demanda atendida internamente, com consultas médicas, exames laboratoriais, exames de imagem e acompanhamento multiprofissional, não retornando para a regulação para os tratamentos complementares que se fizerem necessários, assegurando assim o cuidado integral.
“Hoje celebramos um marco muito importante para a saúde de Dourados e para o Sistema Único de Saúde. Começamos com força total, para que possamos atender o máximo possível de pacientes, garantindo nosso serviço de excelência com humanização”, destacou diretora geral do Hospital Regional, Andréia Alcântara Barbosa.
“Nossa expectativa é que o SUS cresça e que seja de excelência para a população de Mato Grosso do Sul, que é o que o paciente realmente merece”, completou.
Nova arquitetura da Saúde na prática
“A Policlínica Cone Sul é a porta de entrada para um complexo hospitalar moderno, que vai garantir diagnósticos mais rápidos e atendimento especializado para todo o Cone Sul do Estado. É uma conquista construída com muito esforço coletivo, voltada para reduzir filas, oferecer cuidado integral e fortalecer a regionalização do SUS”, destaca o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa.
Além de suporte à população de Dourados, a Policlínica Cone Sul terá papel estratégico no atendimento de municípios vizinhos, que hoje precisam recorrer à capital para consultas especializadas e exames de maior complexidade. Essa descentralização vai tornar a rede de saúde mais eficiente e aproximar os serviços da realidade de milhares de famílias do interior.
Cristini acompanhou a mãe na Policlinica
A professora Cristiani da Silva Rocha, de Caarapó, acompanhou a mãe para a realização de exame de colonoscopia – e elogiou o atendimento recebido.
“A estrutura da clínica é excelente e os funcionários muito atenciosos desde quando chegamos aqui. Fico feliz por saber que teremos mais uma opção de atendimento pelo SUS em nossa região”, afirmou.
O Centro de Diagnóstico permitirá a realização de exames modernos, fundamentais para acelerar diagnósticos e apoiar o tratamento de diversas condições clínicas.
Já o Centro de Especialidades Médicas contará com equipe multiprofissional em diferentes áreas, oferecendo desde acompanhamento clínico até indicação cirúrgica, em um fluxo de atendimento integrado.
Contrato entre Agir e Governo de MS prevê a realização de 6.900 consultas e exames de apoio diagnóstico por mês
Conheça os serviços que passam a ser disponibilizados à população nesta primeira etapa:
Exames de apoio diagnóstico – Laboratório clínico – Endoscopia digestiva alta – Colonoscopia – Radiologia (raio-x, tomografia, densitometria óssea) – Ultrassonografia (geral, ginecológica, Doppler e de próstata) – Mamografia
Consultas médicas especializadas – Cardiologia clínica – Neurologia clínica (adulto e pediátrico) – Cirurgia geral (adulto e pediátrica) – Ginecologia – Ortopedia (adulto e pediátrica) – Avaliação de risco cirúrgico
Policlínica Cone Sul iniciou atendimentos nesta segunda-feira com consultas e exames agendados pela Secretaria de Estado de Saúde
Em homenagem ao Dia do Médico Veterinário, celebrado no dia 9 deste mês, o vereador Dr. Lívio realizou hoje a entrega da Medalha Legislativa “Olímpio Crisóstomo Ribeiro” à médica veterinária Juliete Lamim Blois Cabral Okumoto. A honraria foi entre no consultório Dr. Dogcat, onde Juliete exerce com dedicação sua profissão.
Especializada em oncologia animal, Juliete se destacou ao longo dos anos pelo trabalho de excelência e pelo carinho com que trata cada paciente, sempre guiada pelo amor e respeito aos animais. Seu empenho e sensibilidade fazem dela uma referência na área veterinária de Campo Grande.
Além de sua atuação clínica, Juliete integra a rede de clínicas credenciadas pela Prefeitura Municipal, por meio da Subsecretaria de Bem-Estar Animal (Subea). Nesse papel, participa ativamente do programa de castrações de cães e gatos, fundamental para o controle populacional de animais domésticos e em situação de rua, contribuindo para o bem-estar da comunidade e a saúde pública.
O vereador Dr. Lívio destacou a relevância da homenagem: “Reconhecer o trabalho da Dra. Juliete é também valorizar todos os profissionais que dedicam suas vidas à saúde e ao cuidado dos animais. Sua atuação é motivo de orgulho para nossa cidade e merece ser celebrada”.
A Medalha Legislativa “Olímpio Crisóstomo Ribeiro” é uma das mais importantes condecorações concedidas pela Câmara Municipal de Campo Grande, destinada a profissionais que se destacam pelo compromisso, ética e contribuição à sociedade.
Nesta segunda-feira (29), um jovem identificado como David Daniel de Oliveira Gomes, de 19 anos, foi encontrado morto em uma área de mata nos fundos do bairro Santa Felicidade, às margens de um córrego, em Dourados. De acordo com as primeiras informações policiais, o corpo apresentava marcas de execução, indicando que a morte foi causada por disparos de arma de fogo. A polícia suspeita que o crime tenha ocorrido no início da tarde de hoje.
A vítima estava vestida com uma camiseta da seleção brasileira, bermuda florida e chinelo. Um detalhe que chamou a atenção das autoridades é a tatuagem de palhaço que o jovem possuía, um símbolo frequentemente associado a facções criminosas. Equipes da Polícia Militar foram as primeiras a chegar ao local, após receberem uma denúncia anônima sobre a presença do corpo. A Perícia Técnica, Polícias Civil e Militar foram acionadas para realizar os levantamentos e dar início à investigação.
Atendendo à recomendação do Ministério Público Estadual, a Prefeitura de Bonito iniciou as providências legais para a retomada da área anteriormente ocupada pela extinta Associação de Moradores da Marambaia.
A medida foi tomada com base em apontamentos que indicavam risco à saúde pública, considerando as condições em que o local se encontrava. Diante desse cenário, o município solicitou oficialmente a reversão da doação da área, já que a associação, enquanto entidade legalmente constituída, encontra-se dissolvida e inativa.
Como parte do processo legal, a administração municipal buscou contato com o último presidente da associação, que assinou um requerimento junto ao cartório, manifestando anuência à reversão do imóvel para o patrimônio público do município.
Após a formalização dos trâmites legais, a Prefeitura notificou a família que atualmente ocupava o local de forma irregular, concedendo o prazo legal de 10 dias para desocupação voluntária da área.
A partir da última quinta-feira (25), a Prefeitura de Bonito, em ação conjunta com a Secretaria Municipal de Obras, o Departamento de Urbanização e Regularização Fundiária (Demurf), e a Guarda Municipal, iniciou o processo de desocupação do local.
Também foi identificada, na localidade, a presença de uma torre de internet pertencente a uma empresa privada, que já foi devidamente notificada para realizar a retirada da estrutura.
A Prefeitura de Bonito reforça que todas as medidas adotadas seguem os princípios legais e buscam garantir a ordem, a segurança e o interesse público, prezando pelo uso adequado dos bens municipais.
Usado por cerca de 75% da população brasileira, o Pix é o principal método de transferência de recursos entre contas.
Na manhã desta segunda-feira (29), usuários relataram dificuldade para acessar o sistema de pagamentos do Pix. De acordo com o Banco Central, o sistema de pagamentos em tempo real teve uma instabilidade por questões técnicas no mecanismo de consulta às chaves. “O Banco Central atuou prontamente e a intercorrência já foi sanada”, disse o BC em nota.
Criado em 2020, o Pix é um meio de pagamento que está disponível para todos os residentes no Brasil, brasileiros e estrangeiros, pessoas físicas e empresas, que têm como único requisito a abertura de uma conta em um banco, numa fintech ou numa instituição de pagamento. Hoje, a plataforma tem 168 milhões de usuários e movimenta cerca de R$ 2,5 trilhões por mês.
Usado por cerca de 75% da população brasileira, o Pix é o principal método de transferência de recursos entre contas. Desde o ano passado, segundo dados do próprio BC, ele responde por quase metade do total de transações de pagamento realizadas no Brasil, à frente de pagamentos com cartões de crédito ou débito, por exemplo.
Para ampliar o acolhimento humanizado e especializado no combate à violência de gênero em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado mantém ações em todos os municípios, e na sexta-feira (26) inaugurou em Aparecida do Taboado, a 52ª Sala Lilás. O espaço foi implantado pela Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública) e Polícia Civil, em parceria com a Prefeitura Municipal, com o objetivo de oferecer um atendimento humanizado a mulheres e crianças vítimas de violência doméstica e/ou sexual.
Com a nova unidade, o Estado amplia a rede de enfrentamento à violência contra a mulher, reforçando a integração com os municípios na construção de políticas públicas voltadas à proteção e à dignidade das vítimas. Proteção e suporte
As Salas Lilás são espaços reservados dentro de delegacias da Polícia Civil, idealizados para garantir privacidade e atendimento humanizado a vítimas de violência. Implantadas com base nos princípios da Lei Maria da Penha (11.340/06) e do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90), elas oferecem suporte especializado para o registro de boletins de ocorrência, solicitação de medidas protetivas de urgência e requisição de exames periciais — tudo no mesmo local.
O atendimento é realizado por equipes capacitadas, com escuta qualificada e apoio psicológico, reduzindo o risco de revitimização e o impacto emocional de quem procura a Polícia Civil para pedir ajuda. A primeira Sala Lilás de Mato Grosso do Sul foi criada em 2019. Desde então, o projeto tem se consolidado como uma política de Estado. A atuação ocorre em parceria com os serviços de assistência social dos municípios, que mantêm técnicos de plantão para acompanhar as vítimas durante os trâmites na delegacia e no encaminhamento posterior a redes de proteção.
O delegado-geral da Polícia Civil, Lupérsio Degerone Lúcio, destacou a importância do trabalho integrado no projeto. “Em situações graves, o delegado aciona um profissional do serviço social, que acompanha a vítima durante todo o atendimento e garante suporte contínuo, inclusive com acesso a abrigos, benefícios sociais e inclusão em programas de capacitação e empregabilidade”, disse. O Estado já tem 52 Salas Lilás e 12 Delegacias de Atendimento à Mulher (DAMs) distribuídas pelo interior, além da DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) de Campo Grande, que funciona na Casa da Mulher Brasileira.
“Nosso negócio de produção de filmes foi roubado dos Estados Unidos da América por outros países, assim como roubar doces de um bebê”, escreveu ele.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que imporá uma tarifa de 100% sobre todos os filmes produzidos no exterior, uma medida sem precedentes que ameaça acabar com o modelo de negócios global de Hollywood.
A medida sinaliza a disposição de Trump de estender as políticas comerciais protecionistas aos setores culturais, aumentando a incerteza para os estúdios que dependem muito da receita de bilheteria internacional e das coproduções internacionais.
Regularização fundiária ainda desafia o Paraná
Trump anunciou a medida em uma publicação em sua plataforma Truth Social, alegando que a produção de filmes nos EUA está perdendo terreno para a concorrência internacional.
“Nosso negócio de produção de filmes foi roubado dos Estados Unidos da América por outros países, assim como roubar doces de um bebê”, escreveu ele.
No entanto, não ficou imediatamente claro qual autoridade legal Trump usaria para impor uma tarifa de 100% sobre os filmes produzidos no exterior.
A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters sobre como as tarifas seriam implementadas. A Warner Bros Discovery, a Comcast, a Paramount Skydance e a Netflix também não responderam imediatamente às solicitações.
As ações da Netflix caíram 1,5% no início do pregão.
O presidente apresentou pela primeira vez a ideia de uma tarifa sobre filmes em maio, mas ofereceu poucos detalhes, deixando os executivos do setor de entretenimento sem saber se ela se aplicaria a países específicos ou a todas as importações.
Executivos de estúdios disseram à Reuters no início deste ano que estavam “perplexos” com a forma como uma tarifa sobre filmes poderia ser aplicada, uma vez que os filmes modernos geralmente usam produção, financiamento, pós-produção e efeitos visuais espalhados por vários países.
A medida atraiu o ceticismo de analistas jurídicos e comerciais. Alguns argumentam que os filmes são uma forma de propriedade intelectual e fazem parte do comércio global de serviços, uma área em que os EUA costumam ser superavitários, o que levanta questões sobre a base legal para as tarifas.
As coproduções com estúdios estrangeiros também se tornaram mais comuns, aumentando as dúvidas sobre como esses filmes seriam classificados.
Fonte: Reuters
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ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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