Policiais da Delegacia 18 do bairro San Juan Neuman, na jurisdição da Diretoria de Polícia de Amambay, prenderam um cidadão brasileiro que está com mandado de prisão em aberto no Brasil. A prisão ocorreu na noite deste sábado (1º), em uma rua não identificada do assentamento Pu’a Pyahu, na estrada que leva ao porto de pesca.
Durante patrulhamento de rotina, os policiais observaram um homem se portando de forma suspeita, que posteriormente foi identificado como o brasileiro Everton Da Cruz Bomfim, de 30 anos. Após verificação de suas informações junto às autoridades do país vizinho, confirmou-se a existência de um mandado de prisão em aberto, expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, Brasil, pela Primeira Vara Cível de Família, Sucessões e Interditos de Camaçari.
O caso foi comunicado à promotora de plantão, Reinalda Palacios, que determinou a permanência do detido na delegacia, com livre comunicação, à disposição do Ministério Público. Lavrou-se o respectivo registro do procedimento. Ele agora será entregue para a Polícia Brasileira.
Duas pessoas morreram na queda de uma aeronave de pequeno porte em uma propriedade rural de Fátima, no Tocantins. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins, as vítimas são o piloto Diomedio Aires da Silva Filho, 56 anos, proprietário da aeronave, e o passageiro José Rosário Carneiro de Oliveira, 52 anos.
Segundo o registro da ocorrência, o acidente aconteceu na tarde de sábado, 1º. Diomedio não resistiu aos ferimentos e morreu no local, enquanto José Rosário foi socorrido e encaminhado ao Hospital Geral de Palmas, no entanto, também não resistiu e morreu neste domingo, (2). A Polícia Militar recebeu o primeiro chamado por volta das 19h, e os primeiros socorros foram prestados por uma equipe médica do município. Segundo a corporação, o impacto no solo destruiu a parte frontal e as asas da aeronave Experimental matrícula PU-RJO, além de ter provocado o derramamento de combustível.
Nas redes sociais, moradores compartilharam imagens de instantes que antecederam o acidente, com a aeronave voando em baixa altitude. As causas do acidente permanecem sob investigação. Além da PM, foram acionados o Instituto Médico Legal (IML) e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA). O local do acidente foi isolado para trabalhos de perícia e para os procedimentos legais e técnicos referentes à ocorrência. A aeronavbe estava em condições normais de operação.
No agronegócio brasileiro, impérios são frequentemente construídos com suor, visão e um profundo vínculo com a terra. O setor é, em sua essência, familiar. Segundo dados do Censo Agropecuário do IBGE, mais de 80% das propriedades rurais no Brasil são classificadas como agricultura familiar ou são geridas diretamente pelo produtor e sua família.
No entanto, há um dado estatístico alarmante que assombra esse modelo: pesquisas de consultorias globais, como a PwC e a Deloitte, indicam que apenas 30% das empresas familiares sobrevivem à transição para a segunda geração. Dessas, somente 15% chegam à terceira, e menos de 5% alcançam a quarta. Siga a leitura e acompanhe o Compre Rural, aqui você encontra informação de qualidade para fortalecer o campo!
Onde falharam os 70% que não passaram o bastão? Embora fatores de mercado existam, a causa raiz de muitos desses fracassos não está na lavoura ou no preço da commodity. Está na psicologia do fundador e na falha de um processo vital: a sucessão.
O perfil é clássico: um líder, muitas vezes o patriarca, que ergueu o negócio do zero. Ele é visionário, resiliente e trabalhador, mas com o tempo, o apego visceral ao negócio se transforma em ego. O fundador passa a acreditar que é, e sempre será, indispensável.
Essa mentalidade se reflete em números: um estudo da consultoria Deloitte aponta que menos de 10% dos fundadores de empresas familiares têm um plano de sucessão formalizado e comunicado. O “não largar o osso” é a manifestação de um líder que, por vaidade, se recusa a preparar a própria saída.
Os sintomas dessa síndrome são claros:
O ego não é apenas um problema de relacionamento; é um risco financeiro tangível. Empresas familiares com gestão centralizada e sem planejamento sucessório claro são vistas como mais arriscadas por credores e investidores. Isso resulta em acesso mais caro ao crédito e menor valuation (valor de mercado) do negócio.
Estudos de mercado indicam que empresas familiares com regras claras de governança e um conselho consultivo formal podem apresentar um desempenho financeiro até 20% superior às que operam de forma centralizada. O ego, portanto, custa caro ao caixa.
Além disso, o custo humano é imenso. Líderes com ego inflado não criam sucessores; eles eliminam a concorrência. Filhos e funcionários talentosos são desmotivados e abandonam o negócio. O resultado é uma “fuga de cérebros” familiar, deixando o fundador isolado e a empresa sem futuro.
Este é o momento onde os 70% falham. O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) aponta que as principais causas de mortalidade de empresas familiares não são fatores externos, mas sim conflitos internos e a falta de preparo dos herdeiros.
Ambos são sintomas diretos de um fundador que, por ego, não preparou seus sucessores nem mediou conflitos.
Quando esse líder centralizador adoece ou falece, ele leva consigo todo o “mapa da mina”. Sem um plano, o que se segue é o caos:
A fazenda, que valia milhões, é rapidamente dilapidada, vendida por uma fração do seu valor ou fatiada para pagar dívidas e disputas judiciais.
A cura para o ego destrutivo chama-se Governança Corporativa. Ela substitui o “eu” pelo “nós” e as “regras da minha cabeça” por regras claras e combinadas.
O maior legado de um produtor rural não é uma fazenda que vale milhões. É uma fazenda capaz de prosperar por gerações sem ele. O sucesso verdadeiro é medido pela transição bem-sucedida. A passagem do “eu” (que resulta nos 70% de falha) para o “nós” (que garante a continuidade) é o único caminho para que o ego não acabe com a fazenda.
Escrito por Compre Rural
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ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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