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Idosos de Bonito participam de atividade no Parque Nacional da Serra da Bodoquena – Prefeitura Municipal de Bonito


Em uma ação promovida pela Fundação Neotrópica do Brasil, em parceria com o ICMBio e a PEW Charitable Trusts, um grupo de moradores de Bonito com mais de 60 anos participou, no dia 8 de novembro, de uma visita ao Parque Nacional da Serra da Bodoquena.

A atividade integra o desenvolvimento do Protocolo de Gestão de Segurança do Parque, que tem como objetivo aprimorar as práticas de manejo de visitantes e promover uma experiência mais segura e acessível para todos.

Durante a vivência, os participantes percorreram a trilha do Cânion do Rio Salobra, com cerca de 7 km de extensão, observando e registrando aspectos relacionados à segurança, acessibilidade e conforto ao longo do percurso. As percepções e informações coletadas servirão de base para a elaboração do protocolo, contribuindo para o aprimoramento das ações de gestão e conservação da unidade.

Os idosos foram convidados pelas instituições parceiras e contaram com o apoio da Prefeitura de Bonito, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que viabilizou o transporte do grupo.

A experiência proporcionou um momento de integração com a natureza e valorização da participação dos idosos nas ações voltadas à conservação do Parque.



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Enquanto os tecidos sintéticos alimentam crise ambiental, Abrapa leva à COP 30 a bandeira das fibras naturais








Enquanto os tecidos sintéticos alimentam crise ambiental, Abrapa leva à COP 30 a bandeira das fibras naturais


























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Prefeitura abre inscrição para encontros de Educação Permanente e CAPS da Região do Conesul


Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Mental e Atenção Psicossocial visa fortalecer o conhecimento e a troca de experiência entre os profissionais tendo em vista agregar no atendimento ao público
A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sems), realiza o I Encontro de Educação Permanente e II Encontro de Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) da Região do Conesul, de 12 a 14 de novembro, no bloco 10 do Centro Universitário da Grande Dourados (Unigran).
Estruturadas pela Coordenadoria de Gestão do Trabalho, Educação Permanente e Gestão Participativa, as ações visam fortalecer as práticas de Educação Permanente em Saúde, promover o intercâmbio de experiências entre os serviços e debater estratégias de cuidado em liberdade, educação popular e metodologias ativas.

Serão três dias de oficinas, palestras, conhecimento, interação e muito mais. Entre os temas abordados estão: Exposição Dialogada: “Processo de Educação Permanente na Prática: da Reflexão à Ação”, Saberes Populares e Tradicionais Indígenas , Práticas de Cuidado em Liberdade nos CAPS Cultura/Fronteira , Construção de Espaços de Aprendizagem e Metodologias Ativas, Processo de Educação Permanente nas Residências em Saúde, Panorama da Residência de Atenção Psicossocial (RAPS) Estadual e Indicadores de Saúde Mental a Educação em Saúde, Mostra de Experiências no Sistema Único de Saúde (SUS), gestão Participativa e mais.

Para Cíntia de Souza Neto, coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Mental e Atenção Psicossocial, o momento é importante para os profissionais e para gerar diferenciais no atendimento ao público.

“É uma oportunidade de discutir a atenção em saúde mental, ofertando atividades e oficinas de qualificação para os trabalhadores e usuários da saúde mental, com a participação dos municípios da macrorregião do Conesul”, destacou. O evento conta com parceria da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems), Secretaria Estadual de Saúde (SED-MS) e Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect).
As inscrições para o evento seguem abertas e os interessados podem fazê-la via link -https://www.even3.com.br/i-encontro-de-educacao-permanente-de-dourados-e-ii-encontro-de-caps-da-macrorregiao-do-conesul-639185/-.



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Adeus diesel? A revolução dos combustíveis que definirá o futuro das máquinas agrícolas








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Homem é ferido a tiros pelo ex da atual namorada em saída de conveniência


Homem, que não teve a identidade divulgada, foi ferido a tiros na noite deste domingo (9/11), na saída de uma conveniência em Sidrolândia, cujo autor é o ex-namorado da atual companheira. 

Devido ao seu estado de saúde, ele precisou ser trasnferido para a Santa Casa de Campo Grande. 

Conforme o boletim de ocorrência, a vítima foi ferida no tórax e relatou que o autor foi visto com um comparsa, em uma motocicleta, de cor preta.

Um vídeo de segurança mostrou que, após efetuar os disparos, o atirador arremessou a pistola em direção à vítima. Uma testemunha entregou posteriormente a arma calibre .32 às autoridades.

Os autores ainda não foram encontrados.



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Guarda Municipal de Bonito apreende jovens após ato de vandalismo em canteiro da rodovia que liga ao Balneário Municipal – Prefeitura Municipal de Bonito


Na noite da última sexta-feira (7), por volta das 23h10, a Guarda Municipal de Bonito atendeu uma ocorrência de vandalismo no canteiro lateral da rodovia MS-178/382, que liga a cidade ao Balneário Municipal.

A equipe foi acionada após uma denúncia anônima feita ao telefone funcional da corporação (67) 99223-8123. O denunciante relatou que trafegava pela via quando avistou vários jovens arrancando e quebrando árvores recém-plantadas no canteiro da rodovia. Segundo as informações repassadas, os suspeitos estavam sem camisa, usando bermuda e tênis, e seriam mais de dois indivíduos.

De imediato, as guarnições da Guarda Municipal se deslocaram até o local indicado, onde encontraram três adolescentes, com idades entre 16 e 17 anos. Durante a abordagem, os jovens admitiram ter praticado o ato de vandalismo, afirmando que se tratava de uma “brincadeira de mau gosto”.

Após vistoria no trecho, a equipe constatou que aproximadamente dez árvores haviam sido danificadas ou arrancadas. Diante da situação, os menores foram apreendidos e conduzidos à sede da Guarda Municipal para a confecção do boletim de ocorrência. O transporte foi realizado sem o uso de algemas, e os adolescentes não apresentavam lesões corporais.

Os responsáveis legais dos jovens foram imediatamente comunicados e acompanharam todo o procedimento até a apresentação dos menores à Delegacia de Polícia Civil de Bonito, onde o caso foi formalmente registrado.



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Suíça anuncia doação de R$ 33 milhões para Fundo Amazônia








Suíça anuncia doação de R$ 33 milhões para Fundo Amazônia


























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Abertura oficial da COP30 acontece hoje, em Belém


A 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas, a COP30, começa, oficialmente, hoje, em Belém, reunindo representantes de vários países e organizações não governamentais (ONG) 10 anos após o Acordo de Paris, em 2015, na COP21, que tinha como objetivo limitar o aquecimento do planeta em 1,5°C.

A capital paraense, com isso, tem a responsabilidade de sediar o maior evento climático do planeta em meio às notícias de tragédias ambientais recentes, como o tornado no Paraná e as chuvas no Sul do país. E, ao mesmo tempo, o Brasil ainda terá o constrangimento de ter autorizado a exploração de petróleo na Margem Equatorial, na contramão da agenda de transição energética e do “mapa do caminho” para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis, defendido pelos organizadores da Conferência. Além disso, especialistas, reconhecem que as chances de avanços concretos são restritas, porque não haverá consenso por conta da ausência de países de peso, como os Estados Unidos, que abandonou o Acordo de Paris.

Na reunião de cúpula da COP30, na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou o protagonismo do Brasil na agenda climática, mas passou ao largo da polêmica em torno da Margem Equatorial. “No que depender do Brasil, Belém será o lugar onde renovaremos nosso compromisso com o Acordo de Paris. Isso significa não apenas implementar o que já foi acordado, mas também adotar medidas adicionais capazes de preencher a lacuna entre a retórica e a realidade”, disse.

Lula participará, hoje, da cerimônia de abertura, que será conduzida pelo secretário-executivo de Mudanças Climáticas da ONU, Simon Sitell. Ontem, Sitell fez um alerta sobre a urgência de ações para mitigar os danos climáticos pelo mundo, como eventos recentes que vão desde o Furacão Melissa, no Mar do Caribe, passando por tufões no Vietnã e nas Filipinas, até o tornado no Paraná, no fim de semana. Nesse sentido, reforçou que as ações precisarão mostrar que “estão totalmente comprometidas com a cooperação climática”.

Ambição para o encontro

O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, na décima carta convocatória para os representantes internacionais divulgada, ontem, clamou por avanços ambiciosos na Conferência. “Estamos quase lá, enquanto a ambição global finalmente começa a curvar a trajetória das emissões e a transição climática se torna uma tendência irreversível”, escreveu.

Apesar de o momento ser propício para aumentar a ambição no evento, estudo recente do Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), revelou que o mundo caminha para um aumento de 2,3ºC a 2,5ºC até o fim do século, mesmo se todos os compromissos climáticos previstos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) atuais sejam cumpridos. De acordo com o estudo, as nações globais continuam longe de cumprir a meta do Acordo de Paris de limitar o aquecimento a bem menos de 2°C, enquanto buscam esforços para permanecer abaixo de 1,5°C.

Na avaliação de Anna Cárcamo, especialista em Política Climática do Greenpeace Brasil, a ausência dos Estados Unidos, pode provocar uma lacuna para o financiamento climático, que não teve avanço nas Conferências anteriores, uma vez que o plano de COP29, em Baku, no Azerbaijão, tinha um plano ambicioso de mobilizar US$ 1,3 trilhão por ano para o financiamento de ações contra a crise climática, com foco nos países em desenvolvimento.

“O relatório lançado em Baku para se chegar nesse valor de financiamento para as mudanças climáticas ainda não tem o compromisso formal dos países desenvolvidos. E existe uma lacuna para as nações desenvolvidas assumirem mais responsabilidade não só para liderar o movimento, como também liderar os recursos, com juros baixos para os países em desenvolvimento”, explicou Cárcamo. “Por outro lado, os EUA já saíram do Acordo de Paris, mas o acordo continuou. Os outros países continuaram participando, inclusive, alguns atores subnacionais dos Estados Unidos também. Então, é importante que os outros países, agora, ocupem, não deixem de ocupar esse espaço, de tomar medidas proativas para a gente conseguir de fato atingir a ambição que a gente precisa em relação à ação climática, que ainda está muito aquém, ainda necessário”, acrescentou. Ela lembrou que o Greenpeace já aportou o navio da entidade em Belém, e, nos fins de semana durante a COP 30, na capital paraense, vai abrir a embarcação para visitação pública.

De acordo com a ambientalista, embora a conferência tenha sido um espaço onde eles indicaram vários caminhos até concretos que os países poderiam chegar nesse valor, ainda falta, de fato, essa prática, colocar em prática. Principalmente em relação ao financiamento público dos países envolvidos, onde exige essa obrigação, desde a convenção, e também está prevista no Acordo de Paris e eles estão tendo um processo de tentar reduzir essa responsabilidade.

A principal aposta para a COP 30, conforme declarações de autoridades do governo brasileiro está no Fundo de Florestas Tropicais para Sempre, o (TFFF), que tem meta de arrecadar US$ 10 bilhões de governos até 2026. E, de acordo com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que tem como certa a entrada da Alemanha, o valor já caminha para US$ 5,5 bilhões.

Anna Cárcamo, do Greenpeace, contudo, fez ressalvas sobre o Fundo. Ela acredita que ele ainda precisa amadurecer, de certa forma. “O TFFF é um passo positivo e na direção correta, porque remunera as florestas em pé por meio de um mecanismo de compensação, como os mercados de carbono, mas, ao mesmo tempo, tem alguns pontos que precisam melhorar”, disse. Ela citou como exemplo, uma alocação mínima de financiamento direto para os povos indígenas e comunidades locais de 20%. “Isso é algo que entendemos como fundamentais não só no TFFF, mas também nesse ‘mapa do caminho’ de Baku a Belém. É importante que se avance em relação a todo o financiamento climático, mas ainda tem alguns critérios que precisam ser fortalecidos”, afirmou.

bertura oficial da COP30 acontece hoje, em Belém

A 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas, a COP30, começa, oficialmente, hoje, em Belém, reunindo representantes de vários países e organizações não governamentais (ONG) 10 anos após o Acordo de Paris, em 2015, na COP21, que tinha como objetivo limitar o aquecimento do planeta em 1,5°C.

A capital paraense, com isso, tem a responsabilidade de sediar o maior evento climático do planeta em meio às notícias de tragédias ambientais recentes, como o tornado no Paraná e as chuvas no Sul do país. E, ao mesmo tempo, o Brasil ainda terá o constrangimento de ter autorizado a exploração de petróleo na Margem Equatorial, na contramão da agenda de transição energética e do “mapa do caminho” para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis, defendido pelos organizadores da Conferência. Além disso, especialistas, reconhecem que as chances de avanços concretos são restritas, porque não haverá consenso por conta da ausência de países de peso, como os Estados Unidos, que abandonou o Acordo de Paris.

Na reunião de cúpula da COP30, na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou o protagonismo do Brasil na agenda climática, mas passou ao largo da polêmica em torno da Margem Equatorial. “No que depender do Brasil, Belém será o lugar onde renovaremos nosso compromisso com o Acordo de Paris. Isso significa não apenas implementar o que já foi acordado, mas também adotar medidas adicionais capazes de preencher a lacuna entre a retórica e a realidade”, disse.

Lula participará, hoje, da cerimônia de abertura, que será conduzida pelo secretário-executivo de Mudanças Climáticas da ONU, Simon Sitell. Ontem, Sitell fez um alerta sobre a urgência de ações para mitigar os danos climáticos pelo mundo, como eventos recentes que vão desde o Furacão Melissa, no Mar do Caribe, passando por tufões no Vietnã e nas Filipinas, até o tornado no Paraná, no fim de semana. Nesse sentido, reforçou que as ações precisarão mostrar que “estão totalmente comprometidas com a cooperação climática”.

Ambição para o encontro

O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, na décima carta convocatória para os representantes internacionais divulgada, ontem, clamou por avanços ambiciosos na Conferência. “Estamos quase lá, enquanto a ambição global finalmente começa a curvar a trajetória das emissões e a transição climática se torna uma tendência irreversível”, escreveu.

Apesar de o momento ser propício para aumentar a ambição no evento, estudo recente do Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), revelou que o mundo caminha para um aumento de 2,3ºC a 2,5ºC até o fim do século, mesmo se todos os compromissos climáticos previstos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) atuais sejam cumpridos. De acordo com o estudo, as nações globais continuam longe de cumprir a meta do Acordo de Paris de limitar o aquecimento a bem menos de 2°C, enquanto buscam esforços para permanecer abaixo de 1,5°C.

Na avaliação de Anna Cárcamo, especialista em Política Climática do Greenpeace Brasil, a ausência dos Estados Unidos, pode provocar uma lacuna para o financiamento climático, que não teve avanço nas Conferências anteriores, uma vez que o plano de COP29, em Baku, no Azerbaijão, tinha um plano ambicioso de mobilizar US$ 1,3 trilhão por ano para o financiamento de ações contra a crise climática, com foco nos países em desenvolvimento.

“O relatório lançado em Baku para se chegar nesse valor de financiamento para as mudanças climáticas ainda não tem o compromisso formal dos países desenvolvidos. E existe uma lacuna para as nações desenvolvidas assumirem mais responsabilidade não só para liderar o movimento, como também liderar os recursos, com juros baixos para os países em desenvolvimento”, explicou Cárcamo. “Por outro lado, os EUA já saíram do Acordo de Paris, mas o acordo continuou. Os outros países continuaram participando, inclusive, alguns atores subnacionais dos Estados Unidos também. Então, é importante que os outros países, agora, ocupem, não deixem de ocupar esse espaço, de tomar medidas proativas para a gente conseguir de fato atingir a ambição que a gente precisa em relação à ação climática, que ainda está muito aquém, ainda necessário”, acrescentou. Ela lembrou que o Greenpeace já aportou o navio da entidade em Belém, e, nos fins de semana durante a COP 30, na capital paraense, vai abrir a embarcação para visitação pública.

De acordo com a ambientalista, embora a conferência tenha sido um espaço onde eles indicaram vários caminhos até concretos que os países poderiam chegar nesse valor, ainda falta, de fato, essa prática, colocar em prática. Principalmente em relação ao financiamento público dos países envolvidos, onde exige essa obrigação, desde a convenção, e também está prevista no Acordo de Paris e eles estão tendo um processo de tentar reduzir essa responsabilidade.

A principal aposta para a COP 30, conforme declarações de autoridades do governo brasileiro está no Fundo de Florestas Tropicais para Sempre, o (TFFF), que tem meta de arrecadar US$ 10 bilhões de governos até 2026. E, de acordo com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que tem como certa a entrada da Alemanha, o valor já caminha para US$ 5,5 bilhões.

Anna Cárcamo, do Greenpeace, contudo, fez ressalvas sobre o Fundo. Ela acredita que ele ainda precisa amadurecer, de certa forma. “O TFFF é um passo positivo e na direção correta, porque remunera as florestas em pé por meio de um mecanismo de compensação, como os mercados de carbono, mas, ao mesmo tempo, tem alguns pontos que precisam melhorar”, disse. Ela citou como exemplo, uma alocação mínima de financiamento direto para os povos indígenas e comunidades locais de 20%. “Isso é algo que entendemos como fundamentais não só no TFFF, mas também nesse ‘mapa do caminho’ de Baku a Belém. É importante que se avance em relação a todo o financiamento climático, mas ainda tem alguns critérios que precisam ser fortalecidos”, afirmou.



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Arroz Dueto da Epagri conquista reconhecimento internacional por enfrentar mudanças climáticas — CompreRural








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Boi gordo tem espaço para ficar entre R$ 330/@ e R$ 340/@, aponta analista; qual sua opinião? — CompreRural








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