Lia Nogueira reforça atuação em áreas de maior vulnerabilidade


Com o fim do recesso parlamentar e a retomada das atividades na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) nesta semana, a deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) reforça seu compromisso com pautas voltadas à saúde pública, à proteção das mulheres e ao apoio às famílias em situação de vulnerabilidade. A parlamentar encerrou o primeiro semestre com ações concretas nessas áreas, por meio da destinação de recursos, apresentação de projetos de lei e fiscalização de serviços públicos.
Entre as iniciativas, Lia destinou mais de R$2,2 milhões exclusivamente para a saúde em 16 municípios do Estado. Parte desses recursos foi viabilizada para a contratação de um neuropediatra pelo SUS em Dourados, que deve atender a uma demanda antiga de mães de crianças atípicas. “Muitas mães esperam há anos por um laudo que permita o tratamento adequado. Esse recurso ajuda a diminuir essa fila”, afirma a deputada.
No campo legislativo, foram apresentados projetos de lei com foco na ampliação de direitos e no acesso a serviços essenciais. Entre eles, a proposta que inclui mães atípicas nos grupos prioritários de vacinação, a reserva de vagas preferenciais de estacionamento para pessoas com fibromialgia, a ampliação do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora para mães atípicas solo, o reconhecimento de laudos da rede pública e privada para acesso a benefícios, além de penalidades para atos de racismo em estádios.
Durante o semestre, a deputada também utilizou cobrou melhorias no atendimento a crianças atípicas, especialmente em Dourados, onde denunciou a falta de medicamentos e insumos para tratamentos básicos. “Eu fiscalizo para garantir que o dinheiro chegue onde tem que chegar. A minha função não termina quando a emenda é liberada”, reforça.
Com o retorno dos trabalhos legislativos, a parlamentar destaca que seguirá focada na fiscalização das políticas públicas e no atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade. “A política precisa ir além do discurso e chegar até o posto de saúde, à casa da mãe solo, ao hospital onde faltam médicos. É nisso que vou continuar insistindo”, conclui.



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