Categorias
agro

Avanço da Petrobras na Foz do Amazonas eleva atratividade de leilão da ANP


O avanço da Petrobras para a última etapa no processo de licenciamento que visa a perfuração de um poço na Bacia da Foz do Amazonas aumentará a atratividade do próximo leilão de áreas exploratórias de petróleo em 17 de junho, afirmou o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) à Reuters, nesta terça-feira (20).

Roberto Ardenghy, entretanto, ponderou que ainda é preciso ter cautela, uma vez que o processo de licenciamento para a realização do poço, em águas ultraprofundas do Amapá, ainda não terminou.

A Petrobras obteve na véspera uma aprovação do órgão ambiental federal Ibama de seu plano para realização de vistorias e simulação de resgate de animais na Bacia da Foz do Amazonas. O próximo passo agora será realizar um grande simulado operacional, como uma última fase para que o Ibama avalie se deve conceder a licença.

“Certamente isso vai aumentar a atratividade (do próximo leilão da ANP), mas não vai ser uma corrida desenfreada”, disse Ardenghy, em entrevista à Reuters por videoconferência direto do Amapá, onde por coincidência ele desembarcou na véspera pouco antes do Ibama publicar sua decisão.

“Nós achamos que foi um passo importante, mas o processo de licenciamento ainda não acabou”, advertiu o representante do IBP, que recebeu nesta terça-feira o título de cidadão amapaense, na Assembleia Legislativa do Amapá, onde disse que ouviu brincadeiras de que aguardavam o desembarque dele no Estado para que houvesse esse novo avanço no processo.

A Reuters publicou mais cedo que a Petrobras deve estar pronta para enviar a sonda de perfuração destinada para a atividade no Amapá até o fim do mês, após a realização de limpeza do equipamento. Ardenghy calcula que a viagem deve levar cerca de 20 a 25 dias.

O próximo leilão de áreas exploratórias de petróleo do Brasil será o primeiro em que serão ofertadas áreas na Bacia da Foz do Amazonas em modelo de oferta permanente.

Devido a regras desse sistema, apenas foram selecionadas para o certame áreas que já tiveram um interesse prévio de empresas.

A Bacia da Foz do Rio Amazonas é conhecida por um grande potencial para descobertas de petróleo, diante de achados em áreas análogas na Guiana e no Suriname, mas com enormes desafios socioambientais. A Petrobras busca há anos uma licença para perfurar a região e o Ibama não tem um prazo para decidir.

Documentos vistos pela Reuters mostraram que o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, advertiu em sua decisão da véspera contra a “multiplicação desordenada de futuras solicitações de licenças ambientais” na Bacia da Foz do Amazonas e defendeu estudos ambientais mais complexos que englobem toda a área.

Além da Foz, a ANP também vai ofertar no leilão áreas em outras quatro bacias, sendo elas Santos, Pelotas e Potiguar, no mar, e Parecis, em terra, somando um total de 16 setores, com diversos blocos exploratórios.

Ardenghy evitou falar sobre quais as áreas do leilão poderiam gerar mais interesse do mercado, mas adiantou não ver um impacto negativo de um recente recuo dos preços do petróleo no mercado internacional.

“A gente vê isso (queda dos preços do petróleo) como algo conjuntural, ligado mais à geopolítica, à questão da China, dos Estados Unidos, mas a tendência é que o consumo de petróleo continue grande”, afirmou.

NECESSIDADE DE NOVAS RESERVAS

Em seu discurso na Assembleia Legislativa do Amapá mais cedo nesta terça-feira, Ardenghy defendeu a importância de se realizar novas descobertas de petróleo no Brasil, uma vez que “as reservas que o Brasil têm hoje já estão em fase de esgotamento ou de amadurecimento”.

“Nós temos que descobrir outras reservas por uma questão de segurança energética, por uma questão de independência do Brasil frente a outros países e por uma questão também de desenvolvimento nacional. E, felizmente, aqui no Amapá nós temos essa perspectiva, uma perspectiva muito positiva”, afirmou.

Ardenghy ponderou que é preciso realizar perfurações para que o potencial da região da Foz do Amazonas seja confirmado.

“Se Deus quiser, se tudo se confirmar, nós encontraremos uma reserva muito grande de petróleo e gás naquela região, que será importante alavancador para o desenvolvimento do Estado”, afirmou.

Nessa linha, Ardenghy disse em seu discurso que o Amapá tem um desafio de se preparar tecnicamente para receber a indústria do petróleo, ressaltando ser um setor que gera grande empregabilidade.

Ambientalistas, contudo, estão preocupados com a instalação da indústria de petróleo na região amazônica.

Nova regra dos retrovisores: veja o que mudou e evite surpresas



Veja a Matéria Completa no G1

Categorias
agro

Índice de estoques sobe 2,4% em maio ante abril, mostra FecomercioSP


O Índice de adequação dos estoques (IE) na cidade de São Paulo avançou 2,4% na passagem de abril para maio, informou a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Em relação a igual mês do ano passado, porém, o índice recuou 8,2%.

Em maio, a proporção de empresários que consideram ter uma situação adequada passou de 53,5% para 54,8%.

Entre os que veem os estoques acima do adequado, a proporção diminuiu de 26,9% para 25,2%, enquanto a proporção de empresários que consideram ter estoques abaixo do adequado avançou de 19,4% para 19,8%.

Porte

Entre as grandes empresas, a proporção dos que veem estoques adequados aumentou de 55,8% em abril para 69,7% em maio.

As empresas desse porte com estoque acima do adequado reduziram de 27,3% para 19,7%, enquanto as com estoque aquém do adequado passaram de 15,6% para 7,9%.

Nas pequenas empresas, a proporção dos que veem estoques adequados subiu de 53,4% para 54,5%.

As empresas desse porte com estoque acima do adequado caiu de 26,9% para 25,3%, enquanto as que consideram estoque abaixo do adequado avançou a proporção de 19,5% para 20,1%.

Nova regra dos retrovisores: veja o que mudou e evite surpresas



Veja a Matéria Completa no G1

Categorias
agro

Novas regras ampliam recomendações para cirurgia bariátrica; veja


O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou nesta terça-feira (20) no Diário Oficial da União novas regras e parâmetros para a cirurgia bariátrica e metabólica em adultos e adolescentes.

A resolução n.º 2.429/25 unifica a norma n.º 2.131/2015, que regulamenta a cirurgia bariátrica, juntamente com a resolução n.º 2.172/17, que regulamenta o mesmo tipo de procedimento para os pacientes com diabetes tipo 2.

As novas regras foram estabelecidas em uma Câmara Técnica do CFM, que contou com a participação dos cirurgiões e ex-presidentes da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) – Dr. Fábio Viegas e Dr. Antonio Carlos Valezi e teve como base os mais recentes estudos científicos que comprovam os benefícios da cirurgia para o tratamento da obesidade e da síndrome metabólica.

O que muda?

A nova norma mantém sob os mesmos critérios para cirurgia bariátrica pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40, tendo ou não comorbidades, e pacientes com IMC acima de 35 e inferior a 40 com doenças associadas.

A novidade gira em torno de pacientes com IMC entre 30 e 35, que passam a ser elegíveis à cirurgia desde que tenham diabetes tipo 2, doença cardiovascular com lesão em órgão alvo, doença renal crônica precoce em decorrência do diabetes tipo 2, apneia do sono grave, doença gordurosa hepática não alcoólica com fibrose, afecções com indicação de transplante, refluxo gastroesofágico com indicação cirúrgica ou osteoartrose grave.

Pelas regras anteriores, só poderiam se submeter à cirurgia pacientes com até 10 anos de diabetes e desde que possuíssem mais de 30 anos e menos de 70. Também era exigido que o paciente tivesse sido acompanhado por um endocrinologista por mais de dois anos, tendo apresentado refratariedade aos tratamentos propostos.

A nova Resolução CFM não restringe a idade nem define mais o tempo de convivência com o diabetes tipo 2.

“Para tomarmos essas decisões, avaliamos vários estudos e escutamos as sociedades de especialidade, sempre com o objetivo de oferecer o melhor para o paciente”, explica o presidente do CFM, José Hiran Gallo, em comunicado.

Adolescentes acima de 14 anos poderão fazer cirurgia bariátrica

Outra mudança importante da resolução diz respeito aos adolescentes elegíveis à cirurgia bariátrica. Anteriormente, pacientes menores de 16 anos só poderiam realizar o procedimento se ele fosse realizado como experimental e de acordo com as normas do Sistema CEP/Conep.

Agora, pacientes a partir dos 14 anos que possuem IMC maior que 40 associado a complicações clínicas podem fazer a cirurgia. No entanto, ainda é preciso a avaliação de equipe multidisciplinar e o consentimento dos responsáveis.

Além disso, adolescentes entre 16 e 18 anos que atendam aos critérios estabelecidos para os adultos passam a ter acesso à cirurgia, desde que os responsáveis e a equipe médica concordem com o procedimento.

“A nova resolução do CFM é um divisor de águas, pois responde diretamente aos anseios da população que convive com a obesidade grave e suas múltiplas comorbidades. A cirurgia bariátrica é reconhecida, cada vez mais, como a ferramenta mais eficaz, duradoura e custo-efetiva no controle da obesidade e de suas complicações metabólicas”, afirma o presidente da SBCBM, Juliano Canavarros, em comunicado.

Leia a resolução na íntegra abaixo:



Veja a Matéria Completa no G1

Categorias
agro

RJ: Cidade de Deus ficará ocupada, diz governador


O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, afirmou nesta segunda-feira (19) que a polícia não vai deixar a Cidade de Deus até que os responsáveis pela morte do agente da Tropa de Elite da Polícia Civil sejam localizados.

A afirmação foi feita em uma postagem nas redes sociais, onde o governador também se solidarizou com a família e amigos do policial civil José Antônio Lourenço, morto durante uma operação dentro da favela.

“A perda de um dos nossos sempre será sentida com dor, mas esse ato covarde não ficará impune. A resposta será dada à altura”

Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro

Na publicação, Castro também reforçou que quem fecha escolas, hospitais e paralisa serviços públicos, não é o Estado e nem a polícia, mas os criminosos.

 

José Antônio Lourenço, tinha 39 anos, atuava na gestão do prefeito Eduardo Paes (PSD). Foi subsecretário de Ordem Pública da cidade do Rio. Morreu após ser baleado durante uma operação contra venda de gelo contaminado que era vendido em praias da Zona Oeste da cidade.

Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas não resistiu e morreu.

O agente foi o terceiro integrante da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) a ser baleado nos últimos dois meses na capital carioca.





Veja a Matéria Completa no G1

Categorias
agro

Homem é preso por importunar mais de 15 mulheres em ônibus da UFRN


Um homem de 33 anos foi preso na última sexta-feira (16) por importunação sexual contra mulheres em ônibus que circulam pela UFRN e em linhas intermunicipais de Natal (RN). Ele foi detido em um condomínio no bairro de Petrópolis.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito já havia sido preso duas vezes por importunação em Minas Gerais. As vítimas, estudantes universitárias, relataram os casos em grupos de mensagens.

Algumas foram importunadas mais de uma vez. As investigações apontam que os crimes começaram em fevereiro e se intensificaram em março.

A Polícia identificou mais de 15 vítimas e pede que outras mulheres procurem a Delegacia da Mulher (DEAM ZLOS), na Zona Sul de Natal. A identidade será preservada.

A UFRN informou que o transporte no campus é operado por empresas reguladas pela prefeitura, mas que colabora com a polícia desde o início das denúncias.

O suspeito foi levado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça.

 

*Sob supervisão



Veja a Matéria Completa no G1

Categorias
agro

Gripe aviária: veja quem suspendeu compra de frangos brasileiros


Mais quatro países anunciaram restrições à compra de frango brasileiro após a confirmação do primeiro caso de gripe aviária em uma granja comercial no Brasil, no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul.

Malásia, Singapura, Iraque e Bahrein se juntam a outros dez mercados que já haviam adotado algum tipo de restrição às exportações brasileiras.

A Malásia anunciou a suspensão total das importações de aves do Brasil. Já o Bahrein e o Iraque restringiram apenas a compra de frango proveniente do Rio Grande do Sul, estado onde foi confirmado o foco da doença.

Singapura suspendeu as importações de aves criadas num raio de 10 quilômetros da área de detecção do vírus.

Veja os mercados que impuseram restrições na importação do frango brasileiro:

África do Sul – Suspensão total

Argentina – Suspensão total

Bahrein – Suspensão para aves do Rio Grande do Sul

Canadá – Suspensão total

Chile – Suspensão total

China – Suspensão total

Coreia do Sul – Suspensão total

Iraque – Suspensão para aves do Rio Grande do Sul

Japão – Suspensão apenas para aves do município de Montenegro (RS)

Malásia – Suspensão total

México – Suspensão total

Singapura – Suspensão para aves dentro de um raio de 10 km do foco

União Europeia – Suspensão total

Uruguai – Suspensão total

As exportações de carne de aves do Brasil para esses dez mercados onde houve suspensão total somaram mais de US$ 280 milhões (R$ 1,6 bilhão na cotação atual) apenas no mês de abril, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A expectativa do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) é de que as suspensões comerciais temporárias decorrentes do caso sejam revertidas em até 60 dias.

Segundo o ministério, todas as ações previstas no plano de contingência estão sendo executadas com eficiência. Na zona de emergência, as inspeções seguem em ritmo acelerado e quase todas as propriedades já foram vistoriadas.

Até o momento, apenas duas novas suspeitas foram registradas, sem qualquer impacto comercial no momento.

Além disso, alguns dos países que têm acordos com o Brasil para regionalizar restrições, como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Filipinas, ainda não formalizaram nenhum contato oficial com o governo federal. Com isso, as exportações para esses mercados continuam liberadas.

Conheça os assistentes virtuais integrados em carros no Brasil



Veja a Matéria Completa no G1

Categorias
agro

CBIC: mercado imobiliário cresce 15% no 1º tri, impulsionado pelo MCMV


O mercado imobiliário cresceu 15,7% em vendas no primeiro trimestre deste ano, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (19) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Ao todo, de janeiro a março de 2025, foram vendidas 102.485 unidades residenciais em amostragem de 221 cidades em todo o país. Também foram lançadas 84.924 unidades, uma alta de 15,1% na comparação com o mesmo período do ano passado.

A CBIC avalia que o desempenho positivo se destaca tendo em vista a tradicional desaceleração do mercado no início do ano e o atual contexto de alta da taxa de juros no Brasil.

Por outro lado, a oferta final de imóveis caiu para 287.980 unidades, uma redução de 4,6%. Este fator, conforme explica a CBIC, está associado à combinação entre aumento nas vendas e redução no ritmo de lançamentos imobiliários fora de programas sociais.

No acumulado dos últimos 12 meses, foram lançadas 407,9 mil unidades e vendidas 418,1 mil unidades. Nos dois casos, houve uma alta de 22,5% na comparação com o ano anterior.

Impulso do Minha Casa, Minha Vida

A Câmara aponta que o programa Minha Casa, Minha Vida teve papel importante para a alta do período. Ele foi responsável por 53% dos lançamentos e 47% das vendas no primeiro trimestre do ano.

Uma das razões para este destaque são as condições mais acessíveis de crédito oferecidas pelo programa, além do aumento da participação de estados e municípios com subsídios adicionais.

Segundo o presidente da CBIC, Renato Correia, os resultados refletem que os brasileiros seguem acreditando no investimento em moradia mesmo diante de um cenário de crédito caro.

“A força do MCMV, aliada ao crescimento da renda e à estabilidade no emprego, sustenta esse desempenho positivo”, afirma.

A região com maior crescimento de vendas na comparação trimestral foi a nordeste. Ao todo, houve uma alta de 27,3% na quantidade de unidades vendidas no primeiro trimestre deste ano. A segunda maior alta ficou com a região norte, que variou positivamente 16,5%.

A CBIC também associa estes desempenhos à concentração regional do programa MCMV.

Expectativa para os próximos meses

A projeção da Câmara é de que este patamar de resultados elevados no mercado imobiliário seja mantido ao longo de 2025. Um dos motivadores para essa projeção positiva é a consolidação da Faixa 4 do MCMV, que atende aqueles que ganham entre R$ 8 mil e R$ 12 mil

Um dos desafios pela frente deve ser a capacidade de manter a oferta na mesma velocidade da demanda, principalmente no caso das moradias populares.

“A resiliência do mercado imobiliário é evidente. A despeito da Selic elevada e das incertezas macroeconômicas, o desejo do brasileiro pela casa própria continua movendo o setor”, aponta o economista-chefe do Secovi-SP e conselheiro da CBIC, Celso Petrucci.

Renda até R$ 12 mil: o que muda no programa Minha Casa, Minha Vida



Veja a Matéria Completa no G1

Categorias
agro

Em 3 semanas, Congresso recebeu ao menos 42 projetos sobre fraudes no INSS


Em pouco mais de três semanas, o Congresso Nacional recebeu ao menos 42 novos projetos de lei sobre fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

As propostas fazem parte de uma ofensiva de deputados e senadores para alterar a legislação que autoriza descontos automáticos para entidades e associações no pagamento de benefícios de aposentados e pensionistas.

Segundo levantamento realizado pela CNN, desde o dia 23 de abril, data em que a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) anunciaram operação para investigar as fraudes bilionárias no INSS, 36 projetos sobre o tema foram apresentados na Câmara. Outros seis foram protocolados no Senado.

A maior parte das propostas foi apresentada por parlamentares de oposição, como PL e Novo. Também há projetos de autoria de partidos com representação na Esplanada dos Ministérios, como o União, o PSD, o MDB e o Republicanos, e de legendas da base governista, como o PT e o PSOL.

Veja o ranking de projetos sobre fraudes no INSS:

  • PL – 8 projetos
  • União – 7 projetos
  • Novo – 5 projetos
  • PDT – 4 projetos
  • PP – 4 projetos
  • Republicanos – 3 projetos
  • MDB – 2 projetos
  • PSD – 2 projetos
  • Podemos – 2 projetos
  • Solidariedade – 2 projetos
  • PT – 1 projeto
  • PSOL – 1 projeto
  • PRD – 1 projeto

Mudanças na lei

A maior parte das propostas sugere a suspensão, ou, a proibição dos descontos mensais automáticos referentes a mensalidades de entidades ou associações na folha de pagamento de aposentados e pensionistas.

Outras propostas sugerem a revalidação periódica desses descontos. Além disso, parlamentares propuseram a restituição dos valores descontados ilegalmente dos benefícios.

Também há projetos que alteram o Código Penal para tipificar o crime de desconto não autorizado de parcela de aposentadoria ou pensão e para agravar a pena de estelionato contra aposentados.

A lista também conta com projetos que criam regras de transparência, controle e proteção aos beneficiários, e que obrigam a autorização por escrito dos segurados para a realização de descontos nos benefícios.

“Pacote antifraude”

Na última sexta-feira (16), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que pautará nesta semana a urgência de projetos destinados a impedir fraudes no INSS.

“Seguindo e sempre respeitando o regimento da Casa, vamos analisar, reunir e votar tudo o que pode compor um pacote antifraude”, afirmou Hugo em publicação no X
Na terça-feira (20), os parlamentares devem votar a urgência de um projeto do deputado Sidney Leite (PSD-AM) que sugere a proibição de descontos referentes a mensalidades de associações e outras entidades de aposentados em benefícios previdenciários.



Veja a Matéria Completa no G1

Categorias
agro

Filipe Luís vê empate justo do Flamengo e cita atletas “no limite físico“


Para o técnico Filipe Luís, do Flamengo, o empate em 0 a 0 com o Botafogo, neste domingo (18), ficou “justo” pelo desempenho das equipes no Maracanã, em clássico válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O treinador também afirmou que diversos jogadores atuaram no “limite físico”.

“Foi um primeiro tempo equilibrado, onde dominamos e chegamos muito à área do Botafogo. A partir dos 15 (minutos) do segundo tempo, ficou caótico. Perdi a mão do jogo. Não foi o que gosto. Foi um ponto justo”, avaliou Filipe Luís.

Além de Allan, Erick Pulgar, Plata e Viña, lesionados, e Gerson, suspenso, Filipe Luís não contou com Arrascaeta neste domingo (18). O camisa 10 foi preservado pela sequência de jogos.

O treinador falou sobre a ausência do uruguaio, revelando que outros atletas atuaram “no sacrifício” contra o Botafogo.

“Jogamos sábado com o Bahia, quinta na Libertadores, para jogar no domingo. Ter muitos jogos é um privilégio. Há times que estão sem calendário. É um privilégio, mas pode ser melhor feita. Enquanto a perna está fresca, o futebol está ali. Desse jeito, os melhores não estarão em campo. É simples assim. Perdemos o Arrascaeta, não conseguiu estar em condições. BH foi no sacrifício. Alex Sandro e zagueiros foram no limite. Temos um elenco qualificado. Poderíamos ter feito um melhor jogo, mas enfrentamos um grande adversário”, explicou.

Com o resultado deste domingo (18), o Flamengo chega aos 18 pontos na tabela. O Botafogo tem 12 pontos em nove rodadas.

Agora é pela Copa do Brasil

Os times cariocas voltam a campo no meio de semana pela Copa do Brasil. Após vencer por 1 a 0 na ida, o Flamengo recebe o Botafogo-PB na quarta (21), no Maracanã.

O Botafogo, que venceu por 4 a 0 o primeiro jogo da terceira fase, visita o Capital-DF na quinta (22), no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Confira, abaixo, outras respostas de Filipe Luís, técnico do Flamengo:

Importância do Rossi

“Rossi está em um grande momento, é importantíssimo para nós. O goleiro tem que ser bom debaixo das traves, com a mão, como ele é, e consegue nos ajudar muito na saída de bola. É muito inteligente, posicionando os atletas. É muito importante para a gente.”

Substituto de Arrascaeta

“Eu não penso, o mercado está fechado, e só penso no próximo jogo. Pensei em como resolver o jogo sem o Arrascaeta. Ele tentou, não conseguiu. Depois, tenho que achar soluções. Estamos no mercado, olhando opções para todas as posições que podemos aumentar a qualidade do elenco. O Flamengo sempre tem que estar atento. Vai abrir em junho e temos nomes para reforçar. A reposição, a troca de peças para elevar o nível, que já é alto, é normal.”

Busca por reforços

“Reforçar o plantel, com certeza vamos tentar. Quando perde um titular, sentimos. Perdemos muitos, mas não vejo dessa forma. Tento ver o que tenho disponível para vencer o Botafogo, que também tinha desfalques. Foi um jogo fisicamente muito exigente. Jogamos na quinta-feira, enfrentamos o atual campeão. Tivemos dificuldades na criação. Temos que procurar evoluir.”

Transformar domínio em gols

“É muito simples: falta colocar a bola para dentro. Há vezes que estamos mais inspirados, outras não. Como treinador, dou soluções e saídas para chegarem até ali. Têm que colocar a bola para dentro. Há times com qualidade, que não dão espaços. Estudamos, escolhemos os jogadores para a forma que os adversários defendem, e precisam resolver. A única forma é colocar a bola para dentro.”

Desempenho do Wesley

“Todo jogador oscila em um ano. Nenhum vai jogar sempre bem. Ainda mais em 80 jogos, sem descanso. É normal essa oscilação. Gosta de treinar, escutar. Viveu um ano intenso ano passado, foi para Seleção esse ano, com o mercado europeu o especulando. Tentamos blindar para que possa performar. Gostei do jogo dele hoje, especialmente o primeiro tempo. Com o tempo, vai retomar as grandes atuações.”



Veja a Matéria Completa no G1

Categorias
agro

Alex relembra criação do Bom Senso FC e diz que futebol está longe do ideal


Ídolo em clubes como Coritiba, Palmeiras, Cruzeiro e Fenerbahçe, o ex-meia Alex levou o esporte para além das quatro linhas. O ex-jogador atuou como voz ativa em debates sobre o futuro do futebol brasileiro, especialmente durante o movimento Bom Senso FC, criado em 2013.

Em entrevista ao CNN Esportes S/A, Alex voltou a analisar o cenário do futebol nacional, apontando avanços tímidos e destacando que o sistema atual ainda está “muito longe do ideal”.

“Está muito longe do ideal [futebol brasileiro]. Porque quando a gente olha — por isso que eu digo, em termos de sociedade — quando a gente brigou por isso, uma das coisas que a gente mais ouvia era essa: ‘Ah, o jogador ganha muito e quer jogar pouco’. Eu, particularmente, nunca briguei por isso. A minha briga era por um massagista, por um roupeiro de um clube pequeno do interior que vai jogar dois, três meses no estadual e depois termina o ano dele”, explicou.

Bom Senso FC

Criado em meio ao caos do calendário nacional e à insatisfação com a gestão do futebol no Brasil, o Bom Senso FC reuniu atletas de diversas equipes com o objetivo de propor melhorias estruturais, discutir o fair play financeiro e cobrar maior transparência nas entidades que comandam o esporte.

Alex, Gilberto Silva, Paulo André, Dida, D’Alessandro, Edu Dracena e Rogério Ceni foram alguns dos jogadores que participaram do movimento.

O ex-meia relembrou os bastidores da articulação política feita pelo grupo.

“Nós brigamos. Foi uma briga bem interessante, foi bem desgastante, mas foi bem interessante. A gente chegou no poder maior, que naquele momento era a presidente Dilma Rousseff. E eu lembro de conversas com o Mercadante, por exemplo, que naquele momento era o Ministro da Casa Civil”, contou o ex-jogador.

“A gente levou jogadores do maior nível — que éramos nós da Série A — e jogadores que jogavam em clubes do interior de Santa Catarina, e que tinham acabado o calendário para aqueles caras. Para explicar para deputados, explicar para senadores, para os próprios ministros e para a própria presidente da época como funcionava. Tivemos reuniões com presidentes de clube, reuniões com treinadores, reuniões com a rede detentora dos direitos, e com a própria CBF”.

Apesar do esforço, Alex ressalta que é impossível falar em avanço estrutural sem considerar o abismo que separa os grandes centros dos clubes de menor expressão.

“A gente caminhou até onde podia ir. Mas é longe da realidade, porque, como eu falei, infelizmente a geografia, a divisão do nosso futebol, ela se torna muito distante. E, de novo, enquanto sociedade, a gente olha para os principais nomes, para os principais centros. Na época nós tínhamos 675 clubes de futebol profissional. Se nós pegarmos: a primeira divisão tem 20, a segunda divisão tem 20, a terceira divisão tem 20”, disse Alex.

“A gente entrou com essa discussão, fomos até onde nós poderíamos ir, mas acredito que muita coisa possa ser feita. As pessoas que dirigem a CBF abrem um braço para as federações, e aí as federações têm que cuidar desses seus clubes. Então, acredito que tem muita coisa ainda a ser feita”, finalizou.

CNN Esportes S/A

Com Alex, o CNN Esportes S/A chega à 95ª edição. Apresentado por João Vitor Xavier, o programa aborda os bastidores de um mercado que movimenta bilhões e é um dos mais lucrativos do mundo: o esporte.

Em pauta, os assuntos mais quentes da indústria do mundo da bola, na perspectiva de economia e negócios.



Veja a Matéria Completa no G1

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.