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“Desacelere, seu bem maior é a vida” — motociclistas são as principais vítimas no trânsito de Campo Grande – CGNotícias


Em 2025, Campo Grande já contabiliza 19 mortes no trânsito. Dessas, cinco ocorreram apenas no mês de fevereiro — o mais violento até agora —, sendo quatro envolvendo motociclistas e um pedestre como vítimas fatais. O cenário é preocupante, principalmente quando o serviço de saúde está operando no limite da capacidade, em razão dos casos de síndromes respiratórias e da falta de leitos.

E, ao se observar as estatísticas, nota-se que os óbitos registrados infelizmente poderiam ter sido evitados, considerando o respeito às leis de trânsito, a consciência coletiva e a maior prudência na condução dos veículos. Diante deste cenário, a Secretaria Municipal de Saúde (SESAU) promoveu mais uma ação educativa dentro da campanha Maio Amarelo, que este ano tem como lema “Desacelere. Seu bem maior é a vida”, na manhã desta sexta-feira (16).

A mobilização contou com a participação de motoristas da SESAU, palestras com o DETRAN-MS, demonstrações práticas e relatos que colocam luz sobre um problema que afeta diretamente a saúde pública e o cotidiano de centenas de famílias campo-grandenses.

Para o secretário-adjunto da SESAU, Aldecir Dutra, que nesta manhã representou a secretária municipal de Saúde, Rosana Leite, os acidentes não são apenas estatísticas frias. Eles refletem um comportamento social que precisa ser transformado. “Campo Grande tem um dos maiores índices de veículos por habitante do país. Sabemos que há casos em que famílias possuem até três carros por residência. Além do trânsito já sobrecarregado, falta empatia no trânsito, sobra egoísmo e pressa. E tudo isso é combustível para que tenhamos registros de tragédias no nosso trânsito”, pontuou. “Temos que desacelerar — precisamos fazer uma reflexão sobre tudo isso, seja por nós, pelos nossos filhos, pelas pessoas que dividem as ruas com a gente diariamente”.

A médica Isabela Mendonça, coordenadora do SAMU Campo Grande, destacou a relevância e urgência do movimento. “O Maio Amarelo é um movimento que acontece em nível mundial. Aqui no Brasil, ele é realizado desde 2011, com o objetivo de promover um trabalho mais focado no trânsito durante o mês de maio, para preservar vidas. Campo Grande é uma capital de médio porte, porém apresenta um alto índice de acidentes de trânsito com vítimas, o que pressiona diariamente os serviços de urgência e emergência da cidade”.

E ainda destacou que “as unidades de saúde 24h ou as unidades hospitalares que recebem essas vítimas operam no limite da capacidade, considerando que, por muitas vezes, não há vagas. Por isso, reforçamos à população a importância da prudência ao volante e do respeito às leis de trânsito. Cada atitude consciente salva-vidas e desafoga o sistema de saúde. Não estamos falando de números, mas de pessoas, de famílias dilaceradas por negligência e imprudência no trânsito. O SAMU e a SESAU seguem atuando com responsabilidade, mas é essencial o apoio da sociedade. Por isso, pedimos: vamos juntos desacelerar e preservar vidas”.

Durante o evento, servidores vivenciaram, na prática, simulações que mostram os efeitos da embriaguez ao volante. Josemara Viana, condutora da SESAU há quatro meses, participou e relatou a experiência com os óculos de simulação de embriaguez. “É assustador. A visão fica completamente turva, a gente perde a noção do que está fazendo. Passamos a entender, de verdade, o perigo que é alguém dirigir embriagado. Por isso, precisamos redobrar o nosso cuidado quando estamos à frente da direção e, claro, não beber”.

Apoio à Campanha Maio Amarelo

A campanha Maio Amarelo não surgiu à toa dentro da SESAU. Segundo Esthefani Uchoa, do setor de Vigilância em Saúde do Trabalhador da Gersau/SESAU, muitos dos acidentes registrados estão relacionados ao trajeto entre casa e trabalho, o que acaba integrando também os indicadores de acidentes de trabalho.

“Nós decidimos promover ações específicas de trânsito porque esses casos aparecem de forma significativa entre os nossos indicadores. Prevenir acidentes também é cuidar da saúde do trabalhador”, destaca a enfermeira.

Pedro Rogério Zanetti, gestor de Educação e Fiscalização de Trânsito do DETRAN-MS, lembra que o trabalho de conscientização já acontece há mais de uma década no Estado e que a parceria com órgãos públicos, como a SESAU, é fundamental. “Todos aqui são motoristas ou passageiros. E o que importa não é só chegar ao destino, mas chegar bem. O trânsito precisa ser mais humano e seguro para todos”.

Além das palestras, o calendário do Maio Amarelo prevê ainda outras ações educativas ao longo do mês, como a Caminhada pela Paz no Trânsito, organizada pelos Correios em parceria com diversas instituições públicas e privadas.

Veja o Cronograma:

25/05/2025 – 08h – Domingo – Caminhada dos Correios – Parque dos Poderes. Em frente ao Centro de Multiuso, próximo ao quartel do Corpo de Bombeiros Militar.

27/05/2025 – 14h – Terça-feira – Encerramento Nacional do Maio Amarelo. Local: Bioparque Pantanal.

Um alerta que salva-vidas

O tema da campanha de 2025 – “Desacelere, seu bem maior é a vida” – tem sido difundido em ações educativas, palestras, caminhadas e eventos ao longo do mês. Além das fatalidades, o número de feridos com sequelas permanentes também é considerável. De acordo com o projeto Vida no Trânsito da SESAU, os motociclistas são os que mais ocupam leitos hospitalares da rede pública, especialmente devido a traumas causados por sinistros graves. Lucimara Faria, gerente técnica do Serviço de Prevenção de Violências e coordenadora do projeto Vida no Trânsito, reforça o papel das estratégias intersetoriais na prevenção.

“A maioria dos motoristas e, principalmente, os motociclistas são os que mais ocupam os leitos hospitalares. Muitos não morrem, mas ficam com sequelas graves. É por isso que dizemos: desacelere. É preciso mudar o comportamento para preservar vidas”, destaca.

O Projeto Vida no Trânsito, do Ministério da Saúde, coordenado pela Vigilância Epidemiológica da SESAU, atua de forma intersetorial e reúne mais de 50 instituições parceiras por meio do Grupo de Gabinete Integrado do Trânsito (GGIT) e do Grupo de Análise de Acidentes Fatais (GAAT), que se reúne semanalmente para mapear sinistros, identificar fatores de risco e propor soluções que reduzam a morbimortalidade no trânsito.

Assim, o Maio Amarelo é um convite à reflexão. Em um trânsito cada vez mais acelerado, o maior desafio é desacelerar por consciência e empatia. Afinal, não são apenas números. São pais, mães, filhos e colegas de trabalho que deixam de voltar para casa.

#ParaTodosVerem As imagens de capa e internas são das ações do Maio Amarelo.





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Projeto de Papy que prevê catalogação nos “Ecopontos Culturais” na Capital é aprovado


13.05.2025 · 5:29 · Vereador Papy

Os vereadores de Campo Grande aprovaram nesta terça-feira (13), em segunda discussão, o Projeto de Lei 11.337/24, que acrescenta dispositivos à Lei 5.925/17, que instituiu os “Ecopontos Culturais” em Campo Grande. Segundo a proposta do presidente da Câmara Municipal, vereador Epaminondas Neto, o Papy, a mudança na lei prevê catalogação por faixa etária dos materiais a serem doados mediante requerimento.

“Este projeto não só aborda questões de acesso à educação e sustentabilidade, mas também promove valores de inclusão, reutilização de recursos e estímulo ao aprendizado ao longo da vida”, defendeu o presidente Papy.

Os Ecopontos Culturais são espaços que servem para receber, disponibilizar e dar destino livre e gratuito à população de livros, jornais, revistas, periódicos, mídias, CDs e DVDs. Conforme o projeto aprovado, há previsão de multa, em valor a ser definido pelo Executivo, para o cidadão ou instituição pública ou privada que descartar livros didáticos e/ou obras literárias em local diferente do determinado.

Para o vereador, através da leitura as pessoas podem expandir seus horizontes e adquirir novas habilidades. Além disso, a leitura é essencial para o desenvolvimento da linguagem, tanto escrita quanto falada. “Ademais, os livros são uma forma de preservar a cultura e a história de uma sociedade. Eles registram eventos, ideias e tradições que moldaram o mundo, garantindo que não sejam esquecidos ao longo do tempo”, concluiu.

Assessoria de Imprensa do Vereador



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Diretor-presidente da Agereg é evasivo em oitiva da CPI do Transporte Coletivo e revela que 300 ônibus circulam fora do limite contratual


06.05.2025 · 4:22 · Vereador Dr. Lívio

A segunda oitiva da CPI do Transporte Coletivo da Câmara Municipal expôs falhas graves na fiscalização do serviço prestado pelo Consórcio Guaicurus e revelou o descumprimento de cláusulas contratuais há muito tempo ignoradas. O diretor-presidente da Agereg (Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Campo Grande), José Mário Antunes da Silva, foi sabatinado pelos vereadores, mas respondeu de forma evasiva a diversas perguntas, alegando que está no cargo há apenas quatro meses.

Durante a sessão, José Mário reiterou por várias vezes que encontrou a pasta desestruturada e que está conduzindo um processo de reorganização interna e reestruturação do corpo técnico da agência. A falta de dados e de apenas quatro fiscais para cobrir os diversos contratos, entre eles o do Consórcio, causou indignação entre os membros da CPI. “Desde 2012, nunca foi apresentado à Agereg o fluxo de caixa por parte do Consórcio Guaicurus”, declarou. Apenas em 2024, segundo ele, o Consórcio apresentou o balanço do fluxo de caixa.

Em um dos momentos mais reveladores já no final da oitiva, o diretor-presidente afirmou que havia recebido ainda naquela manhã, um relatório de uma auditoria do Consórcio Guaicurus. O documento aponta que, dos 460 ônibus que compõem a frota atual, 300 estão operando fora do limite prudencial de uso. O dado comprova o não cumprimento de dois dos três fatos determinados a serem investigados pela CPI: verificar se a idade média e máxima dos veículos e seu estado de conservação estão dentro do previsto em contrato e as responsabilidades da prefeitura nas falhas da fiscalização.

José Mário ficou de entregar o documento em 24h aos membros da CPI.

Questionado sobre o Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) do Consórcio Guaicurus firmado com a Câmara, Prefeitura e TCE para implementar melhorias no transporte público em 11.11.2020 e vencido em novembro de 2024, José Mário reconheceu que apenas parte das exigências foram cumpridas, sem detalhar prazos ou metas.

A falta de informações, a demora na entrega de documentos e a ausência de medidas concretas por parte da Agereg foram criticadas pelos vereadores, que acusaram o órgão de omissão. O presidente da CPI, vereador Dr. Lívio declarou: “Por isso, no meu requerimento quando foi pedida esta CPI, eu incluí a prefeitura para que fosse investigada a sua parte de responsabilidade na má qualidade do transporte público que tem penalizado a população. E isto ficou evidenciado já nessa oitiva. Ficou claro que a fiscalização tem falhado desde 2012”, concluiu.

Assessoria de Imprensa do Vereador



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Auditores da Agetran são ouvidos pela CPI do Transporte Coletivo


08.05.2025 · 5:00 · Vereador Dr. Lívio

Nesta quarta-feira (7), foram ouvidos pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Transporte Público, Giuseppe Bitencourt (auditor-chefe de planejamento da Agetran) e o auditor Luiz Cláudio Pissurno, chefe operacional do Time de Auditoria do órgão, que foram questionados sobre a fiscalização técnica e operacional do serviço prestado pelo Consórcio Guaicurus e sobre o REMID (Relatório de Monitoramento de Índices de Desempenho) que deu a nota “excelente” aos serviços prestados pelo Consórcio aos usuários do transporte público em Campo Grande.

Em seu depoimento, Bitencourt revelou que o levantamento do REMID é feito pela Agetran, que por sua vez, subsidia a Agereg (Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos), mas alguns índices são fornecidos pelo próprio Consórcio, como o quesito pontualidade, regularidade. Já a fiscalização da situação da qualidade da frota é de competência da Agetran, bem como a vistoria. Foi revelado ainda que na ouvidoria do Consórcio estão registradas apenas 17 queixas desde a pactuação do contrato em 2012 e que os índices atendem às exigências do edital, que preconiza como “Bom” o cumprimento de viagens entre 70% a 84,9%. Além disso, o auditor-chefe de planejamento da Agetran explicou que apenas uma auditoria técnico-operacional foi realizada desde então, isso em novembro de 2024. “Antes disso, não tínhamos nenhum sistema de auditoria”.

Na oitiva de Luiz Cláudio Pissurno, chefe operacional do Time de Auditoria da Agetran, ele reforçou que apenas cumprem o que está preconizado no edital, limitando-se a acatar os documentos enviados pelo Consórcio, aprovando relatórios sem, contudo, questioná-los.

Pissurno esclareceu ainda que o REMID, que deve ser apresentado mensalmente conforme preconiza o TAG (Termo de Ajustamento de Gestão) firmado pelo Consórcio com a Prefeitura, TCE (Tribunal de Contas do Estado) e a Câmara Municipal, não está sendo realizado há vários meses, sem contudo, dar uma explicação plausível para tal fato.

“O que nos surpreende é que esses índices repassados pelo Consórcio não foram averiguados em loco pela Agetran e nem pela Agereg e são, mesmo assim, assinados pelos responsáveis”, pontuou o presidente da CPI, Vereador Dr. Lívio. Ele revelou ainda que a informação dada pelo atual presidente da Agereg José Mário Antunes da Silva, de que os repasses de recursos da PMCG ao Consórcio estavam em dia desde o início do ano, foram contestados pelo Consórcio Guaicurus via ofício enviado ao presidente da CPI, no qual afirma que não recebeu nenhum provimento vindo da prefeitura em 2025.

Na quarta oitiva, a ser realizada no dia 12 de maio, serão ouvidos Luiz Carlos Alencar Filho, fiscal de transporte e trânsito (servidor efetivo/aposentado) da Agetran, às 13h e Henrique de Matos Moraes, auditor chefe da auditoria/DIPRE da Agetran, às 15h.

Texto e foto: Ascom Vereador Dr. Lívio



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Vereador Dr. Lívio divulga possível fraude em auditoria da Agereg durante CPI do Transporte


13.05.2025 · 11:24 · Vereador Dr. Lívio

Servidor anônimo afirma que dados positivos sobre a qualidade do transporte coletivo foram inflados para mascarar insatisfação da população

Durante a abertura dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Coletivo de Campo Grande, nesta segunda-feira (12), o presidente da comissão, vereador Dr. Lívio, divulgou uma denúncia anônima que aponta possível fraude em pesquisas realizadas pela auditoria da Agereg (Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Campo Grande).

Segundo o parlamentar, um servidor da própria agência enviou um e-mail relatando que dados positivos da pesquisa de satisfação divulgadas pela ouvidoria foram manipulados para esconder críticas ao serviço. “Os resultados foram deliberadamente inflados para criar uma imagem positiva, quando os dados brutos indicavam altos índices de insatisfação”, destaca o denunciante.

Dr. Lívio afirmou que a denúncia demonstra a importância dos canais de comunicação da CPI, que garantem o anonimato. “Isso encorajou um servidor de dentro do próprio órgão a formalizar a queixa. Vamos apurar rigorosamente os dados fornecidos tanto pela Agereg quanto pela Agetran”, disse o vereador.

Durante a reunião da CPI, foram ouvidos o servidor aposentado Luiz Carlos Alencar Filho, ex-fiscal da Agetran, e o auditor Henrique de Matos Moraes, ex auditor chefe da Auditoria/DIPRE/Agetran e atual diretor de mobilidade. Ambos esclareceram pontos sobre as responsabilidades da Agetran na fiscalização do contrato com o Consórcio Guaicurus.

Luiz Carlos destacou que a Agetran é responsável por definir a quantidade de ônibus em operação nos fins de semana, com base na demanda. Ele também revelou que a agência tem acesso aos relatórios da bilhetagem eletrônica, mas que nunca houve auditoria sobre esses dados. Segundo ele, atualmente 197 ônibus circulam fora do limite prudencial, enquanto a Agereg informou 300.
Ele também explicou que a própria Agetran possui a senha do programa que permite emitir o relatório da bilhetagem eletrônica mensalmente, demanda feita pela CPI ao Consórcio, mas até agora sem respostas.

Já o auditor Henrique Moraes explicou que o REMID (Relatório de Monitoramento de Índices de Desempenho) é de competência exclusiva da Agereg, sendo a Agetran apenas fornecedora de dados. Ele também revelou que, entre 2012 e 2022, o contrato com o Consórcio Guaicurus nunca foi auditado — a única auditoria existente foi determinada pelo Tribunal de Contas do Estado e ainda está em andamento.

Henrique informou ainda que desde o início deste ano, já foram aplicadas 1.726 multas ao consórcio, sendo a maioria (593) por atrasos, omissões de chegada e saída, e falta de ônibus reserva, entre outras.

Ao final da sessão, Dr. Lívio reforçou a necessidade de mudanças no contrato atual. “Ficou evidenciado que esse contrato precisa ser modernizado ou até rompido, pois tem impedido melhorias no serviço prestado à população”, concluiu.

Texto e foto: Assessoria de Comunicação do Vereador Dr. Lívio



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Dr. Lívio vota a favor e comemora o retorno da Fundação Municipal de Cultura


14.05.2025 · 8:00 · Vereador Dr. Lívio

Em sessão realizada nesta terça-feira (13), a Câmara Municipal de Campo Grande aprovou por unanimidade o Projeto de Lei n.º 11.813/25, de autoria do Poder Executivo, que institui a criação da Fundação Municipal de Cultura (Fundac). O vereador Dr. Lívio votou favoravelmente à proposta e comemorou a conquista, que marca um novo capítulo para o setor cultural do município.

“Na verdade, estamos comemorando a volta ou a recriação da Fundação de Cultura, que trará mais estrutura, recursos e condições para que o setor cultural possa se desenvolver e ter o seu devido valor. Nosso voto foi em defesa da arte e de todos os trabalhadores que constroem diariamente a identidade de nossa cidade, além de estar em boas mãos, junto ao secretário de Cultura, Valdir Gomes”,destacou Dr. Lívio.

Com a aprovação do legislativo, o projeto segue agora para sanção da prefeita Adriane Lopes.

Foto: Anne Tonan

Assessoria de Imprensa do Vereador



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Durante CPI, Dr. Lívio cita Código de Trânsito e afirma que Agetran pode multar ônibus por superlotação


15.05.2025 · 4:10 · CPI

Durante a oitiva realizada nesta quarta-feira (14), na Câmara Municipal de Campo Grande, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Coletivo, presidida pelo vereador Dr. Lívio, ouviu o atual diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Paulo da Silva.

Logo no início da oitiva, a relatora da CPI, vereadora Ana Portela, leu uma nota oficial de esclarecimento da Agereg (Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Campo Grande), na qual é rebatida a denúncia anônima via e-mail recebida pela comissão, enviada por um suposto servidor da agência, que afirma que dados dos relatórios são manipulados.
Em seguida, após a apresentação do depoente, a sessão abordou uma das principais queixas da população: a superlotação nos ônibus urbanos da Capital e quais são, de fato, as reais atribuições de fiscalização da Agetran sobre o transporte coletivo.

Segundo Dr. Lívio, a superlotação é uma das reclamações mais recorrentes entre os usuários e causa direta de insegurança, desconforto e descumprimento de normas básicas de mobilidade urbana. Ao ser questionado, Paulo da Silva reconheceu a ausência de previsão contratual para penalizações relacionadas à superlotação. “A Agetran só tem o poder de fiscalização nos casos de infrações do contrato, e excesso de passageiros não é infração diretamente ao contrato. […] Somos seguidores do contrato”, afirmou o diretor-presidente, explicando que, por esse motivo, nenhuma multa foi aplicada por excesso de passageiros desde a assinatura do atual contrato com o Consórcio Guaicurus.

Em contraponto, o vereador Dr. Lívio ressaltou que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), nos artigos 231 e 109, deixa claro que a Agetran tem, sim, competência legal para multar veículos que operam acima da capacidade de lotação permitida. Para o presidente da CPI, uma cláusula contratual não pode se sobrepor à lei.
Durante a oitiva, Paulo da Silva informou que, desde que assumiu a chefia da Agetran, tem sido intensificada a fiscalização sobre o transporte coletivo, com cerca de 600 autuações mensais por irregularidades como atrasos, veículos quebrados e falta de limpeza, etc.. Cada infração gera multa de aproximadamente R$ 800. No entanto, segundo ele, todas as penalidades têm sido sistematicamente contestadas pelo consórcio, e nenhuma foi efetivamente paga até o momento.

A CPI do Transporte Coletivo segue com os trabalhos e na próxima segunda-feira (19), será ouvido o ex-diretor-presidente da Agetran, Janine de Lima Bruno.

Texto e foto: Ascom Vereador Dr. Lívio



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Durante CPI, Dr. Lívio cita Código de Trânsito e afirma que Agetran pode multar ônibus por superlotação


15.05.2025 · 4:10 · CPI

Durante a oitiva realizada nesta quarta-feira (14), na Câmara Municipal de Campo Grande, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Coletivo, presidida pelo vereador Dr. Lívio, ouviu o atual diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Paulo da Silva.

Logo no início da oitiva, a relatora da CPI, vereadora Ana Portela, leu uma nota oficial de esclarecimento da Agereg (Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Campo Grande), na qual é rebatida a denúncia anônima via e-mail recebida pela comissão, enviada por um suposto servidor da agência, que afirma que dados dos relatórios são manipulados.
Em seguida, após a apresentação do depoente, a sessão abordou uma das principais queixas da população: a superlotação nos ônibus urbanos da Capital e quais são, de fato, as reais atribuições de fiscalização da Agetran sobre o transporte coletivo.

Segundo Dr. Lívio, a superlotação é uma das reclamações mais recorrentes entre os usuários e causa direta de insegurança, desconforto e descumprimento de normas básicas de mobilidade urbana. Ao ser questionado, Paulo da Silva reconheceu a ausência de previsão contratual para penalizações relacionadas à superlotação. “A Agetran só tem o poder de fiscalização nos casos de infrações do contrato, e excesso de passageiros não é infração diretamente ao contrato. […] Somos seguidores do contrato”, afirmou o diretor-presidente, explicando que, por esse motivo, nenhuma multa foi aplicada por excesso de passageiros desde a assinatura do atual contrato com o Consórcio Guaicurus.

Em contraponto, o vereador Dr. Lívio ressaltou que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), nos artigos 231 e 109, deixa claro que a Agetran tem, sim, competência legal para multar veículos que operam acima da capacidade de lotação permitida. Para o presidente da CPI, uma cláusula contratual não pode se sobrepor à lei.
Durante a oitiva, Paulo da Silva informou que, desde que assumiu a chefia da Agetran, tem sido intensificada a fiscalização sobre o transporte coletivo, com cerca de 600 autuações mensais por irregularidades como atrasos, veículos quebrados e falta de limpeza, etc.. Cada infração gera multa de aproximadamente R$ 800. No entanto, segundo ele, todas as penalidades têm sido sistematicamente contestadas pelo consórcio, e nenhuma foi efetivamente paga até o momento.

A CPI do Transporte Coletivo segue com os trabalhos e na próxima segunda-feira (19), será ouvido o ex-diretor-presidente da Agetran, Janine de Lima Bruno.

Texto e foto: Ascom Vereador Dr. Lívio



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Saúde em CG: presidente Papy toma posse como associado da Santa Casa


14.05.2025 · 8:06 · Vereador Papy

Sempre ao lado do maior hospital de Mato Grosso do Sul, o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Epaminondas Vicente Neto, o Papy, tomou posse nesta terça-feira (13), como associado contribuinte da Santa Casa de Misericórdia, indicado pelo vice-presidente Jary de Carvalho e Castro. Agora, o parlamentar poderá contribuir diretamente na solução dos problemas do hospital.

“Essa nova missão de ser associado é tão robusta que ela se confunde com a história da nossa própria cidade. A cidade que eu tenho alegria e privilégio de representar três mandatos na Câmara Municipal de Campo Grande e hoje chefiando o Poder Legislativo Municipal. Uma instituição desse tamanho, desse porte com a capacidade que tem, de trazer um alento às pessoas talvez, no momento mais difícil das suas vidas, quando lutam pela sua saúde”, agradeceu Papy.

Aos 108 anos, completados em 2025, a Santa Casa conta com 143 associados. A presidente da instituição, Alir Terra Lima, disse aos novos associados que a Santa Casa ensina todos os dias o poder de transformação em pessoas melhores.

“E eu espero que vocês aqui, hoje que estão aqui para fazer parte conosco, para participar desse trabalho que, nós só temos de agradecer aqueles que lá atrás plantaram essas árvores que nós estamos colhendo hoje. E que nós também possamos deixar a nossa marca aqui de alguma forma, de que nós fizemos alguma coisa em respeito àquelas pessoas que começaram esse hospital há 107 anos atrás”, disse a presidente do hospital.

Para completar, o presidente Papy falou sobre os prejuízos financeiros que o distanciamento do Poder Público causa às entidades filantrópicas, não apenas em Campo Grande, mas em todo o País.

“A verdade é que o Poder Público deveria se concentrar onde dá certo a saúde pública brasileira. E, muitas vezes, nós vemos o dinheiro que poderia ser bem gasto, bem gerido e devolvido para a população que paga impostos tão caros, mal gerenciado. O dinheiro vai pelo ralo e uma instituição como essa, que presta um serviço indispensável à sociedade brasileira, muitas vezes fica desassistida pelo Poder Público”, finalizou o parlamentar.

Assessoria de Imprensa do Vereador



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Protocolo de atendimento para PcD é lei em Campo Grande após projeto de Papy


14.05.2025 · 5:01 · Vereador Papy

Um mês após aprovação pelos vereadores, o projeto do presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Epaminondas Vicente Neto, o Papy, que cria o protocolo de atendimento para Pessoas com Deficiência (PcD) na Capital para os profissionais da área da saúde pública agora é lei.

Segundo a publicação no Diogrande desta quarta-feira (14), a lei n. 7.402, de 13 de maio de 2025, foi sancionado pela prefeita Adriane Lopes, mas o Poder Executivo ainda terá que “regulamentar a lei no que couber”.

“Portas sempre abertas, diálogo sempre ativo. É assim que se faz política de verdade: com respeito e parceria”, afirmou Papy que tem a defesa das pessoas com deficiência como uma das bandeiras do seu mandato.

Além de humanizar o atendimento, o Programa vai abranger, mas não se limitará, a técnicas de atendimento a pessoas com deficiência e sensibilização e humanização no atendimento.

A especialização será oferecida de forma contínua e permanente, com cursos presenciais ou a distância. A Secretaria competente poderá firmar parcerias com instituições de ensino, organizações não governamentais e demais entidades especializadas na área da deficiência.

O colar de girassol servirá como instrumento auxiliar de orientação para identificação de pessoas com deficiências ocultas, em conformidade com a Lei n. 7.105, de 5 de setembro de 2023.

FOTO: Eliza Mustafa

Assessoria de Imprensa do Vereador



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