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Ciro Nogueira se articula para tentar vice-presidência em 2026


O senador Ciro Nogueira (PP-PI) tem dito a aliados e a colegas parlamentares que quer ser candidato ao cargo de vice-presidente da República na chapa da direita em 2026.

O parlamentar, que também é presidente nacional do PP, tem sido um crítico do terceiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ele vem dizendo inclusive que, se fosse apenas decisão dele, o partido não integraria a Esplanada dos Ministérios. Atualmente, André Fufuca (PP) ocupa o Ministério do Esporte.

Para se cacifar para 2026, Ciro Nogueira articula a formação de uma federação entre PP e o União Brasil. Se confirmada, a junção dos dois partidos para atuar em bloco formaria a maior bancada da Câmara dos Deputados com 109 parlamentares.

A maior bancada em 2025 segue sendo o PL , seguido pela federação PT-PV-PCdoB

Como adiantou a CNN, se confirmada a federação, Arthur Lira (PP-AL) deve ser o primeiro presidente do bloco. O Progressistas já aprovou as negociações para a fusão e aguarda a resposta do União Brasil.



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Veja o passo a passo do julgamento no STF que pode tornar Bolsonaro réu


A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciará nesta terça-feira (25) a análise para acatar ou não a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a suposta trama golpista em 2022. Entre os denunciados que serão citados na próxima semana, está o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O presidente da Turma, ministro Cristiano Zanin, reservou três sessões para isso. Elas serão na manhã e tarde de terça-feira, além da manhã de quarta-feira (26), caso seja necessário mais tempo de deliberação.

A expectativa é que os ministros consigam votar a questão nesta semana.

O julgamento será aberto por Zanin, seguido por uma leitura do relatório por Alexandre de Moraes.

Depois, haverá a sustentação oral do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ou seja, Gonet terá 30 minutos para defender a denúncia enviada para o Supremo e sua validade.

Em seguida, as defesas dos oito denunciados poderão se manifestar. Cada uma terá 15 minutos e a ordem de pronunciamento será decidida por Zanin.

Antes de analisar o mérito, os ministros poderão votar questões preliminares, ou seja, definições pontuais que estão no processo e podem comprometer como um magistrado vota no caso.

Depois, o relator avaliará o mérito da denúncia e dirá se a aceita ou não. Os demais ministros, então, poderão dar seus votos.

Caso haja maioria ou unanimidade por acatar a denúncia, os denunciados se tornarão réus e responderão a processo judicial em mais sessões da Primeira Turma do Supremo.

Ao fim do julgamento como um todo, os réus serão absolvidos ou condenados, e caberá aos ministros definir qual a pena e por qual crime cada um será punido.



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Tribunal sul-coreano restabelece Han Duck-soo como presidente interino


O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul restabeleceu os poderes do Primeiro-Ministro, Han Duck-soo, nesta segunda-feira (24), após seu impeachment como presidente interino em dezembro.

Han assumiu como líder interino do país após o presidente Yoon Suk Yeol ser acusado por impor a lei marcial em dezembro. Após a decisão, Han retorna imediatamente à sua posição de presidente interino.

“Sou grato pela sábia decisão tomada pelo Tribunal Constitucional”, disse Han, agradecendo aos membros do gabinete pelo trabalho enquanto ele estava suspenso.

“Trabalharemos juntos para preparar e implementar respostas às mudanças globais e para garantir que a Coreia do Sul continue a se desenvolver bem na era de grande transformação geopolítica”

Han Duck-soo

A declaração de lei marcial de Yoon colocou a quarta maior economia da Ásia em sua maior crise política em décadas, provocando um vazio de lideranças em meio a impeachments, renúncias e indiciamentos criminais para altos funcionários.

Han inicialmente durou menos de duas semanas no cargo e foi acusado e suspenso em 27 de dezembro, após entrar em conflito com o parlamento liderado pela oposição ao se recusar a nomear mais três juízes para o Tribunal Constitucional.

Os juízes do tribunal decidiram na segunda-feira, por sete votos a um, anular o impeachment.

Cinco dos oito juízes disseram que a moção de impeachment era válida, mas não havia motivos suficientes para acusar Han, pois ele não violou a constituição ou a lei, de acordo com uma declaração do tribunal.

Dois juízes decidiram que a moção de impeachment contra Han, presidente interino na época, era inválida desde o início, pois dois terços dos legisladores no parlamento não a aprovaram.

Um juiz votou pelo impeachment de Han.

Han, 75, serviu em posições de liderança por mais de três décadas sob cinco presidentes, conservadores e liberais.

Em um país com divisões partidárias, Han era visto como um raro exemplo de um oficial cuja carreira variada transcendia as linhas dos partidos.

Ainda assim, o parlamento liderado pela oposição o acusou de não fazer o suficiente para impedir a decisão de Yoon de declarar lei marcial, uma acusação que ele negou.

O Ministro das Finanças, Choi Sang-mok, assumiu a posição de presidente interino enquanto os casos de Yoon e Han eram considerados pelo Tribunal Constitucional.

O Parlamento aprovou o impeachment de Han por seu suposto papel na lei marcial, sua recusa em nomear mais juízes para o Tribunal Constitucional e por apoiar projetos de lei de aconselhamento especial visando Yoon e a primeira-dama, Kim Keon Hee.

Han compareceu à única audiência do caso em 19 de fevereiro, onde negou qualquer papel no episódio da lei marcial e pediu que o tribunal rejeitasse o impeachment.

A lei marcial durou apenas seis horas, e foi derrubada pelos votos dos legisladores.

A decisão do Tribunal Constitucional sobre o impeachment de Yoon é esperada dentro de alguns dias. Yoon também enfrenta um julgamento criminal separado sob acusações de liderar uma insurreição ao declarar lei marcial.

Se Yoon for removido, uma nova eleição presidencial será realizada dentro de 60 dias.



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O que dizem as defesas dos denunciados por tentativa de golpe no núcleo 1


O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (25) o julgamento a respeito da denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a suposta tentativa de golpe de Estado em 2022.

Em um primeiro momento, caberá à Primeira Turma do STF avaliar se acata ou não a denúncia. Para isso, os ministros irão se reunir em dois turnos na terça e, se necessário, abrirão uma sessão extra na quarta-feira (26).

Nessa data, os cinco ministros que compõem a turma irão deliberar sobre a conduta do chamado “núcleo 1”, considerado o central para a organização da trama golpista.

Formam esse grupo:

  • Jair Bolsonaro, ex-presidente;
  • Mauro Cid, tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro;
  • Walter Braga Netto, general que foi ministro da Defesa e da Casa Civil no governo de Bolsonaro, além de ter sido candidato a vice-presidente em 2022;
  • Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-presidente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Bolsonaro;
  • Almir Garnier, almirante de esquadra que comandou a Marinha no governo de Bolsonaro;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça no governo Bolsonaro;
  • Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo Bolsonaro;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa de Bolsonaro.

A Primeira Turma abrange os ministros Cristiano Zanin (presidente), Alexandre de Moraes (relator), Flávio Dino, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

No começo do mês, os denunciados puderam fazer uma defesa prévia para contestar as acusações da PGR. Veja a seguir o que dizem as defesas dos oito denunciados:

Bolsonaro

Os advogados do ex-presidente destacaram que ele estava nos Estados Unidos na data dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e que nunca compactou com atitudes de violência.

“A dita sequência de atos que visavam romper a normalidade do processo sucessório refere-se a lives, entrevistas, reuniões. Não há um único ato violento ou ameaçador neste período, requisito essencial para qualquer dos dois crimes contra as instituições democráticas”, disseram.

Outro ponto levantado pela defesa é que Bolsonaro nunca assinou qualquer minuta golpista, como a encontrada na casa do ex-ministro Anderson Torres, nem “ordenou qualquer ação violenta para restringir ou impedir o exercício de um Poder, bem como não tentou depor o governo constituído depois dele”.

A equipe do político do PL criticou também a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, que já trabalhou como ajudante de ordens de Bolsonaro.

Os advogados questionaram “quem elegeu Mauro Cid como porta-voz” do ex-presidente e como seria possível afirmar se ele representou “a vontade ou a opinião” de Bolsonaro.

Mauro Cid

Já a defesa de Cid alegou que ele apenas cumpria seu “dever legal” e não tinha poder de decisão na trama golpistas.

Os advogados reforçaram o que o militar falou em sua delação e pediram para a denúncia ser rejeitada. Caso isso não aconteça, eles requerem a absolvição de Cid pelos crimes de organização criminosa e tentativa de golpe de Estado.

Braga Netto

Para a defesa do ex-ministro, a denúncia da PGR é “ilógica e fantasiosa” e a peça se assemelha a “um filme ruim e sem sentido”.

“Tal qual um filme ruim e sem sentido, a denúncia apresenta furos em seu roteiro que desafiam qualquer lógica plausível. De forma surrealista, sustenta absurdos como o plano de prisão de uma pessoa morta. Se não há compromisso com a lógica, certamente que não há nenhum comprometimento com a prova”, afirmaram os advogados.

Alexandre Ramagem

A equipe de Ramagem explicitou que, na delação, Cid “sequer fez alusão” ao nome do ex-chefe da Abin e nega participação dele na instrumentalização da autarquia de forma paralela para monitorar autoridades.

Além disso, os advogados argumentaram uma falta de sentido em Ramagem participar da trama golpista, porque ele havia acabado de ser eleito deputado federal.

“Os meses de campanha, meses de sacrifício e planejamento que resultaram em êxito eleitoral teriam simplesmente sido jogados na ‘lata do lixo’, porque o denunciado pretensamente estaria imbuído de atentar contra o Estado Democrático de Direito”, falaram.

Almir Garnier

A equipe do almirante, que comandou a Marinha no governo Bolsonaro, nega envolvimento dele em “qualquer conduta criminosa”. Para os advogados, as acusações se baseiam em “relatos indiretos”.

“A Procuradoria-Geral da República não apresentou provas mínimas de sua participação ativa ou direta nos supostos atos de violência ou na execução de quaisquer medidas contrárias à ordem constitucional”, afirmaram.

Anderson Torres

Segundo os advogados do ex-ministro, ele é alvo de ação apenas por ter sido membro do governo Bolsonaro e que não propagou narrativa de insegurança do processo eleitoral em 2022.

Além disso, a defesa apontou que Cid disse em delação não ter proximidade com Torres, o que indicaria a inocência do ex-ministro no planejamento golpista.

Augusto Heleno

A equipe do general negou cooperação dele na trama golpista.

“A ‘atuação’ do denunciado seria unicamente a sua presença física na ‘live’ [de Jair Bolsonaro], não tendo pronunciado uma única palavra sequer ou mesmo se manifestado em qualquer sentido”.

Paulo Sérgio Nogueira

Os advogados do ex-ministro disseram que a PGR demonstrou como ele foi contrário a um plano de golpe e teria atuado para evitar que Bolsonaro assinasse alguma “doideira”.

Além disso, a delação de Cid teria apontado que Paulo Sérgio teria se posicionado contrário a um golpe e sentia medo de “radicais” pressionarem o ex-presidente.



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Empresário arrasta moto e homem morre após acidente; suspeito se entrega


Um acidente vitimou o motociclista Regis Antonillo na madrugada de domingo (16), em Ribeirão Preto (SP). O empresário Elieser de Fraga Silveira se envolveu na colisão e é suspeito de causar a morte.

Elieser se apresentou ao 4º Distrito Policial na manhã desta sexta-feira (21), acompanhado de seu advogado.

Um vídeo mostra o momento em que um veículo Kia Niro arrasta a moto da vítima até que ela se desprende. Regis Antonillo caiu na pista e foi atropelado.

Veja o vídeo abaixo:

À CNN, a defesa do empresário afirmou que ele não atropelou a vítima e que prestou socorro. A versão não é confirmada pela polícia.

A defesa afirma ainda que ele não percebeu que estava arrastando a moto porque o airbag do carro foi acionado no impacto.

Dinâmica do acidente

A moto trafegava sem placa no sentido leste quando foi atingida na traseira por um veículo que não parou no local. A motocicleta foi arrastada por alguns metros antes de se desprender.

O condutor caiu na pista e foi atropelado por um Fiat Punto e, em seguida, por um Chevrolet Classic, que vinham logo atrás.

A moto foi encontrada no km 4 da Rodovia SP-255 (Via Paulista), sentido sul.

Imagem mostra a moto da vítima • Reprodução/Artesp

O acidente foi registrado como colisão traseira, seguida de tombamento e atropelamento. Nenhum dos motoristas dos automóveis se feriu.

A remoção dos veículos ocorreu entre 23h30 e 00h41. A Polícia Civil esteve no local às 23h50 e a funerária chegou às 00h43. O corpo foi removido às 00h55.



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Servidores pedem que reajuste retroativo venha em folha suplementar


Ao todo, serão destinados R$ 27,9 bilhões para os reajustes dos servidores públicos. A cifra só será liberada com a sanção da LOA de 2025



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Equipe da Porsche Cup Brasil fecha patrocínio inédito


O Movibank anunciou uma parceria com a Acelerador Racing e será patrocinador oficial da Porsche Cup Brasil em 2025. O acordo, intermediado pela agência 100 Sports, marca a estreia do banco digital no automobilismo e terá validade ao longo de toda a temporada.

Com experiência no patrocínio de grandes eventos esportivos, como a FC Series e o Sul-Americano de vôlei, o Movibank agora expande sua presença para o mundo das corridas. A estreia na categoria acontece já na abertura do campeonato, neste fim de semana, no Autódromo Velocitta.

Na Porsche Cup Brasil, o Movibank terá ampla visibilidade, com exposição da marca no carro da equipe, no painel do box e no macacão do piloto, além de eventos exclusivos e credenciais para as corridas. O calendário da temporada prevê nove etapas entre março e novembro, com provas internacionais em Portugal.

Movibank será patrocinadora da Acelerador Racing
Acelerador Racing será patrocinada pelo Movibank • Divulgação

Para potencializar os resultados da iniciativa, o Movibank se uniu à Acelerador Racing, empresa especializada em transformar patrocínios em estratégias de negócio.

O Movibank é um banco digital fundado em 2024 por Guilherme Oliveira, CEO do Grupo Dattas Telecom, e a iniciativa surgiu a partir de um levantamento interno com seus próprios clientes.

“Atendemos muitos provedores de internet, em que a margem de lucro é muito apertada. Com isso, surgiu a ideia de oferecer um serviço com taxas menores, serviço mais prático e um atendimento personalizado”, explicou o empresário.

Com o lançamento do banco digital, a Dattas Telecom reforça seu compromisso em fornecer soluções inovadoras para o mercado, ajudando empresas a otimizar sua gestão financeira e crescer de forma sustentável.

Já a Acelerador Racing, fundada pelo empresário Eduardo Elias, é referência no marketing esportivo e na criação de experiências dentro do automobilismo. A empresa se destaca por transformar patrocínios em oportunidades reais de negócios, indo além das pistas para desenvolver ativações, eventos e conteúdos estratégicos que impulsionam as marcas no cenário esportivo.



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Veja quando o reajuste retroativo dos servidores será pago


O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) informou, nesta sexta-feira (21/3), que o pagamento do salário dos servidores públicos referente ao mês de abril e do reajuste salarial retroativo será feito em 2 de maio.

A decisão ocorre devido ao prazo para sanção da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025, ou seja, o Orçamento. A peça orçamentária foi aprovada pelo Congresso Nacional nessa quinta-feira (20/3) depois de meses de atraso.

Dessa forma, a cifra do reajuste só será liberada após a sanção presidencial.

Reajuste dos servidores

Ao todo, serão destinados R$ 27,9 bilhões para os reajustes dos servidores — o que representa aumento médio de 27%, que será feito de forma escalonada até 2026, com impacto estimado em R$ 16,2 bilhões para a União.

No ano passado, a maioria das categorias teve reajuste zero, mas o governo fez uma correção de 52% no auxílio-alimentação, bem como um acréscimo na assistência à saúde complementar (auxílio-saúde) e na assistência pré-escolar (auxílio-creche).

Confira como ficou a correção:

  • Auxílio-alimentação: passa de R$ 658 para R$ 1 mil (aumento de 51,9%);
  • Assistência à saúde suplementar (auxílio-saúde): passa de R$ 144 para R$ 215 (aumento de 49,30%); e
  • Assistência pré-escolar (auxílio-creche): passa de R$ 321 para R$ 484,90 (aumento de 51,05%).

No último ano do governo de Jair Bolsonaro (PL), a folha de pagamento do Executivo representava 2,68% do Produto Interno Bruto (PIB). Vale lembrar que, durante toda a gestão Bolsonaro, os funcionários públicos ficaram sem reajuste.

Em 2023, primeiro ano do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), esse valor passou de 2,61% para 2,48%, em 2024. Para 2025, a projeção é de 2,59% do PIB.



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O que se sabe sobre caso de pai que desapareceu com filha em SC


Anderson Rafael Hasse, o pai suspeito de sequestrar sua filha de oito anos, foi encontrado pela polícia na noite desta quinta-feira (20) nas imediações da Rocinha, Zona Sul do Rio de Janeiro. Ambos haviam sido vistos pela última vez em Ilhota (SC), no Vale do Itajaí.

Após receber denúncias, a polícia localizou o suspeito e a criança. Segundo as investigações, Anderson teria planejado o desaparecimento há cerca de três meses. Anderson havia perdido a guarda da filha em 2023, devido a alegações de alienação parental.

Ademais, o motivo do desaparecimento seria um suposto abuso cometido pelo avô materno contra a criança. Anderson alegou que, se não tivesse fugido com a filha, teria matado o avô materno.

“A prisão temporária de Anderson foi representada pelo delegado em função dos crimes de sequestro, cárcere privado e desobediência. Após parecer favorável do Ministério Público, a prisão foi deferida pelo Poder Judiciário pelo prazo de 30 dias”, afirmou o delegado Bruno Gaspar, responsável pelo caso.

Em um vídeo obtido pela CNN, o homem afirma que não deve nada à polícia. Em seu relato, sua filha estaria sendo abusada desde os 3 anos. O homem também alega que teria procurado auxílio do Conselho Tutelar e que, segundo ele, não obteve auxílio.

Sobre o desaparecimento

Ainda de acordo com as investigações, antes do desaparecimento, Anderson vendeu seu carro e instrumentos musicais e realizou um empréstimo bancário. Ao todo, o homem arrecadou mais de R$ 60 mil.

Ao ser deixado por um motorista na região do Morro do Baú, em Ilhota, Anderson, que carregava algumas malas e instrumentos, disse ao condutor que um amigo o buscaria para irem até Blumenau e, de lá, seguiria com colegas do trabalho para Piratuba, onde passaria o feriado de Carnaval. Seus colegas, porém, negaram ter programado o passeio citado por ele.

Segundo a Polícia Civil, além do planejamento da fuga, Anderson estaria se valendo da alienação parental como forma de manipular a criança. Essa prática já estaria ocorrendo há meses e foi um fator determinante para a perda da guarda de sua filha.

Diante disso, a corporação decretou a prisão temporária do homem pelos crimes de sequestro, cárcere privado e desobediência. Após parecer favorável do Ministério Público de Santa Catarina, a prisão foi deferida pelo Poder Judiciário no prazo de 30 dias.

*Sob supervisão



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Consignado para CLT começa nesta sexta (21/3). Saiba como funciona


Serão beneficiados 47 milhões de trabalhadores com o consignado, que será liberado a todas as pessoas com carteira assinada, além de MEIs



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